Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento de Carreira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desenvolvimento de Carreira. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

As novas movimentações profissionais


Engenheiros migram para vendas, economistas para recursos humanos, médicos assumem a administração de hospitais. O excepcional se tornou comum, e a formação acadêmica não significa manter sua carreira na mesma área.
As movimentações profissionais seguem uma nova  necessidade de mercado em que a valorização do profissional está ligada também à diferenciação em outras áreas além de sua formação. Segundo José Augusto Figueiredo, engenheiro que há 18 anos decidiu se graduar em psicologia, “as competências mais importantes não estão ligadas ao conhecimento técnico, mas, sim, a habilidades comportamentais, como a capacidade de construir relações, trabalhar em equipe e lidar com conflitos e pressão.”
Mas como realizar este movimento?
1. Autoconhecimento. Antes de buscar ou aceitar uma transição, dentro ou fora da sua área de atuação, é importante saber se a sua vontade de mudar tem a ver com seus objetivos de vida ou é apenas frustração com o atual emprego.
2. Disposição para aprender. É preciso estar à vontade com a ideia de voltar várias casas no jogo. “São no mínimo dois anos para consolidar uma carreira em uma nova posição para então começar a ter crescimento e ser reconhecido”, afirma Rafael Souto, da Produtive.
3. Momento de vida. É bem-vindo testar várias possibilidades. Depois, vale estudar a movimentação com mais critério, porque múltiplas experiências têm impactos maiores na vida profissional e pessoal.

Quer dar uma movimentada na sua carreira? Se inscreva no curso Reinventando sua Carreira, com CANVAS, através do nosso site, vamos adorar estar lá com você!

Fonte: Adaptado Márcia Kedouk, Exame.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Curso Lider de Si - 3up Talentos

Na última quinta-feira, 24 de agosto, realizamos a primeira parte do Programa de Desenvolvimento de Líderes, o módulo Líder de Si, em parceria com a SINDIHOSPA.

A proposta de trabalho do primeiro módulo era trazer exercícios e ferramentas para compreender o pensar, o sentir e o comportamento do ser humano e a fortalecer os participantes na sua atuação como lideres e gestores do desenvolvimento de pessoas a partir do seu autoconhecimento, impulsionando ações para o autodesenvolvimento.


Em momentos de muita troca e conversa, os participantes puderam dividir experiências e apresentar para o grupo expectativas de carreira e de vida. Entre as mais mencionadas estavam os  desafios e as melhorias a serem alcançadas no papel de líder, a qualificação e o desenvolvimento de cada um, o autoconhecimento para saber lidar com pessoas e com os conflitos do dia a dia. 






Kátia apresentou a nova forma de liderar e quais as competências necessárias para exercer o papel, que acompanharam as mudanças da sociedade. A coach ainda ressaltou que 70% da liderança está na forma como nos relacionamos uns com os outros. Por isso, é importante mesclar os estilos de liderança para diferentes tipos de pessoas e não manter o estilo engessado de antigamente. 





A tarde ainda foi regada de muita criatividade e momentos de descontração em um exercício de pintura no intuito de desenvolver a autopercepção como líder e como enxergamos o próximo no papel. A tinta rolou solta, bem como as surpresas pelos resultados alcançados no exercício e pelas reflexões em grupo.













Sobre as discussões em grupo após a "brincadeira", os participantes revelaram que 'foi uma experiência fantástica', onde todos foram muito espontâneos, descobrindo que 'em pouco tempo o quão difícil e fascinante é conhecer o outro. Percebemos que sem distrações é possível conhecer o outro quando focamos'. Outro grupo apontou que 'todos se complementaram nos desenhos, um respeitando o espaço do outro. Foi uma brincadeira bem profunda'. 

O dia finalizou com um questionário sobre como os participantes funcionam e se percebem como lideres, além de uma troca sobre o que aprenderam no curso e o que esperam para o próximo encontro.

Confira mais alguns dos registros do curso!










quarta-feira, 14 de junho de 2017

Estratégias de aperfeiçoamento, por onde começo?


Em meio a tantas incertezas e momentos de oscilação nas organizações, uma das melhores coisas a fazer é criar estratégias no intuito de aumentar suas chances de crescimento na carreira. Quais seriam essas estratégias? 

O primeiro passo é identificar quais são seus pontos a serem desenvolvidos para você atingir seus objetivos. Procurar cursos, especializações, MBAs que possam ajudar no aperfeiçoamento constante.

Mesmo que você esteja curto de grana para investir, atualmente, existem ofertas de cursos online gratuitos ou com valores bem acessíveis. Buscar cursos para desenvolver suas habilidades é imprescindível. Se a dificuldade é o investimento financeiro, vale a pena pesquisar o que há disponível na rede dentro das suas necessidades de aperfeiçoamento.

Se a verba já está separada e pronta para ser aplicada, cursos de pós-graduação e MBA são, sem dúvida, uma ótima opção. Procure por um curso que o qualifique, que ajude a melhorar o seu dia a dia no trabalho, ou que seja efetivo numa possível mudança na área de atuação, e que agreguem valor ao currículo.

Outra estratégia de aperfeiçoamento que se tornou ainda mais importante, é o domínio de uma segunda língua. Ter um inglês fluente pode fazer toda a diferença para uma promoção ou disputa de uma vaga no mercado. Uma terceira língua então? Melhor ainda! Tudo vai depender dos seus objetivos na carreira. 

Há diversos cursos online gratuitos e apps que ajudam a manter o inglês em dia. Vale a pena procurar!

Trace estratégias de aperfeiçoamento que o mantenham sempre na linha de competitividade, e que sejam um agregador de valores na sua carreira e no seu currículo.




Fonte: Exame

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Dia 03 de junho – Dia do Profissional de Recursos Humanos


Cada vez que me encontro com um profissional de Recursos Humanos, lembro-me de como tudo começou pra mim e o quão foi encantador foi viver esse encontro verdadeiro  e apaixonante com a minha carreira.

Descobri que queria ser uma profissional de RH, com 25 anos, quando estava construindo meu TCC na graduação de Administração de Empresas. Estava acompanhada de dois grandes amigos: Ivo e Rita. Nosso trabalho era em trio. E vivi isso com meus melhores amigos.

Após me formar, decidi que queria trabalhar na área. Mas, há 20 anos, não sabia muito a respeito, não havia escolas de formação na área. Então meu conhecimento era pouco e não tinha nenhuma experiência na área.

Estava trabalhando numa locadora de veículos, como vendedora. E de repente, li um anúncio no jornal sobre uma possibilidade de vaga administrativa numa grande empresa. Pensei... Essa é a minha grande chance de trabalhar no RH!

Fui chamada para a entrevista e ao chegar, vi que era a empresa dos meus sonhos, ou melhor, o prédio dos meus sonhos... Essa é uma outra história... Compartilharei outro dia.

Fui aprovada na área administrativa. Fiz um ótimo trabalho de organização das contas, e após 6 meses, pedi a psicóloga para fazer parte do RH.

Ela ficou muito surpresa e me perguntou sobre a minha experiência... Respondi que não sabia nada, mas poderia ajudar em qualquer coisa: servir café, varrer a sala, recepcionar os candidatos, ajudar no que fosse preciso...

Ela ficou mais em dúvida ainda. Kkkk... Mas, resolveu me dar um desafio, numa sexta-feira, e disse: Kátia, na próxima semana, haverá uma seleção para supervisor de vendas. Aqui, estão 150 currículos. Se você conseguir fazer uma boa avaliação de triagem e me entregar uma pré-seleção, terás a oportunidade de fazer parte da equipe de RH.

Lembro-me que no final de semana, tínhamos um casamento em Pelotas. E, durante a viagem, de ida e volta, eu fiquei analisando currículos.

Quando cheguei na segunda-feira, entreguei 12 currículos e disse: você vai conseguir um excelente candidato desse grupo. Resultado: Foi contratado um supervisor de vendas e esse ficou por mais de 10 anos na empresa.

E aí, começou minha jornada maravilhosa na área de recursos humanos em que meu propósito sempre foi: ajudar às pessoas a serem mais felizes no trabalho.

E o melhor é que faço isso até hoje, com muito amor, nos meus papéis de coach, palestrante, consultora e professora.

Aproveito esse post, para desejar a todos os meus amigos e colegas da área, que esse dia 03 de junho, seja de muita felicidade por permitir a cada um a realização da missão de  fazer diferença na vida das pessoas no trabalho.


Um grande abraço, Kátia Magni

sexta-feira, 13 de março de 2015

Delegação de tarefas e seus mitos

No papel de líder dentro de uma organização, um dos principais objetivos é tirar o melhor da equipe. Para isso, a delegação de tarefas é uma das chaves principais na comunicação efetiva, do treinamento e desenvolvimento no ambiente de trabalho. 

A maneira como um líder delega, determina se eles são capazes de crescer e expandir suas capacidades ou restringir-se perante os desafios.  O que geralmente não acontece, por conta de certos mitos que as pessoas sustentam, verdadeiros ou não.

Confira alguns mitos que você poderá encontrar no trabalho:

Não há tempo suficiente para delegar tarefas:

Muitas vezes as pessoas estão tão ocupadas com tarefas e prazos, que constantemente atribuem à falta de tempo suficiente para se sentar e explicar o trabalho para outra pessoa. Geralmente eles preferem realizar as tarefas. Ou quando delegam, não tomam tempo suficiente para fazer-se compreender e dizem: “faça tal coisa e tenha-o pronto em tal prazo”. Para eles, isso é considerado delegar.

Aproveite o tempo para delegar e comunicar de forma eficaz para que a tarefa seja bem feita na primeira vez. Lembre-se de que o tempo gasto para delegar bem, é o investimento mais eficaz do seu tempo.

O funcionário não é competente o suficiente para ser delegado a tarefa

Frequentemente, os líderes subestimam a capacidade de seus funcionários. Mas a única maneira de testar a capacidade das pessoas, é dar-lhes diferentes tarefas e permitir-lhes a liberdade para cometer erros e aprender com eles.

A equipe provavelmente tem competências que o líder não sabe. E se ele aprende a impulsionar tais capacidades, não só os funcionários irão obter mais satisfação, como o líder conseguirá realizar muito mais coisas dentro da empresa.

As pessoas acharão que eu não estou realizando meu trabalho se delegar tarefas aos outros

As pessoas acharem que alguém pode realizar tudo sozinho, também é um mito. 

Geralmente, líderes e executivos querem que as pessoas pensem que eles sabem o que está acontecendo o tempo todo. Hoje em dia, uma pessoa dificilmente consegue realizar tudo e saber o que está acontecendo em todos os lugares, o tempo todo. Mas ela sempre pode ter acesso às pessoas que estão a par de cada coisa.

Delegar de maneira eficaz é primordial para o sucesso. Portanto, elimine os mitos que citamos e você terá mais resultados no treinamento e desenvolvimento de seus funcionários.

A 3up Talentos estará realizando o curso The Coaching Clinic, nos dias 8 e 9 de abril. O curso ajuda no desenvolvimento de suas habilidades como líder e na expansão de suas capacidades. 

Para se inscrever basta ligar para (51) 8145-1040 ou enviar um e-mail para clinic@3uptalentos.com.br. Esperamos por você!


Fonte: Brian Tracy

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Convite à reflexão da Coach

Como está o seu inglês?

Na última Você RH (edição 33), na matéria palavra de Headhunter, Jacqueline Resch conta que tem muita dificuldade em encontrar profissionais com Inglês. Esse comentário lembrou-me de um Headhunter que uma vez chamou-me para uma vaga e compartilhou o quanto tinha gostado do meu currículo, pois eu tinha uma experiência significativa como executiva de recursos humanos e muitos MBAs, formações e mestrado, mas faltava a fluência no Inglês.

Esse feedback foi importante pra mim. Percebi o quanto eu estava restringindo minha carreira profissional e tornando indisponíveis outras oportunidades, em função dessa carência. Já havia estudado Inglês por quatro anos, mas acabava priorizando à vida organizacional. O tempo foi passando e eu me esquecendo.

Depois desse feedback, incluí o Inglês na minha agenda como uma prioridade constante. E, hoje, posso compartilhar o quanto minha leitura, entendimento, escuta e falas estão melhores. Fiquei muito alegre, nessa última segunda-feira, pela mudança de livro e de nível no inglês, mais uma vez.

Faço aulas particulares com uma xará, há 3 anos, ela chama-se Kátia Cará. Encontrei uma verdadeira pérola. Minha professora é empenhada, esforçada e dedicada ao meu aprendizado como se eu fosse sua única aluna. É assim que eu me sinto em cada aula.

Pretendo ampliar o meu inglês por vários motivos: para acompanhar meu filho que já tem uma pronúncia ótima, para ler livros maravilhosos, para assistir filmes sem legendas, para viajar, estudar e fazer cursos em outros países. E, também para me preparar para o Doutorado – Meta para 2016.

E você, como está seu inglês? Como esse investimento faz parte da sua agenda?

Para quem quiser começar ou continuar seus estudos de Inglês, compartilho o contato da minha professora: Kátia Cara - email: katia.cara@terra.com.br.

Eu me sinto no caminho certo e feliz com meu aprendizado e evolução em inglês.

Um grande abraço, Kátia Magni

terça-feira, 22 de abril de 2014

Retornar à antiga empresa, vale a pena?


Com a alta rotatividade de profissionais, o mundo corporativo tem visto com frequência a recolocação de funcionários em suas empresas anteriores.

Convites têm acontecido principalmente para executivos que ocuparam cargos de gestão, causaram uma boa impressão, fizeram um bom trabalho e saíram da empresa apenas por terem recebido propostas melhores.

É difícil encontrar, a curto prazo, profissionais que façam uma boa gestão, que saibam atuar em momentos de crise. Sendo assim, nada melhor do que tentar recuperar pessoas que já fizeram parte da corporação e conheçam bem a rotina da empresa.

Mas, seria saudável voltar ao emprego antigo? Dependendo de como o funcionário deixou a empresa, se ele gostava do clima e das pessoas e for convidado para voltar em um cargo melhor, é sim saudável, tanto para ele quanto para a empresa. O profissional, além de ter adquirido novos conhecimentos, irá agregar ainda mais valor ao trabalho.

No entanto, retornar ocupando o mesmo cargo, realizando as mesmas tarefas e recebendo o mesmo salário, pode não ser uma boa ideia. O profissional se sentirá desmotivado, além da insegurança de como será visto pelos colegas, o que pode gerar um clima de desconforto dentro da empresa.

Quando o desligamento ocorre de maneira negativa, criando inimizades e rancores, mas mesmo assim ser chamado de volta, nesse caso, não se deixe levar pelo sentimento de "voltar por cima". Isso, definitivamente, não é saudável.

Analise as oportunidades de crescimento dentro da empresa, trace um plano de carreira e, aí sim, decida. Mas decida pelo melhor para sua carreira, e não apenas para o seu ego.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Em busca da felicidade


Em busca da felicidade. Esse tem sido um lema bastante usado no dia a dia das pessoas. Em busca da felicidade profissional. Um lema não tão usado, mas que tem cada vez mais ajudado profissionais a irem em busca da tal satisfação no trabalho e longe da paralisia na carreira.

É comum encontrar pessoas insatisfeitas, infelizes em seu cotidiano, porém incapazes de sair da situação em busca de algo melhor. Isso muito tem a ver com um mecanismo em nosso cérebro que prefere sempre o conforto, que tenta nos manter longe de situações perigosas.

"Como consequência, em vez de correr riscos tentando algo novo, as pessoas procuram se livrar do sentimento ruim e voltar para o agradável, passando, por exemplo, a 'viver para o fim de semana', revelou o engenheiro Roberto Camanho, professor de planejamento estratégico da ESPM, em entrevista a Exame.

Mas como darmos um basta na paralisia profissional? 

Saiba quais são os seus valores. Muitas vezes quando as pessoas vão em busca de novos empregos, ou de novas funções, as opções são tantas que o medo de fazer a escolha errada nos deixa paralisados. Por isso, transforme seus valores em critérios de decisão, assim ajuda a reduzir as chances de errar.

Vá atrás do que deixa você satisfeito, muitas vezes o melhor salário não significa o melhor emprego. Ter medo de falhar na escolha do novo emprego é comum, mas é preciso compreender que não podemos ter controle total do resultado. Converse com amigos, com pessoas que já deram o grande passo para a transformação, ouça, analise.

O importante é que durante a análise você reflita sobre o que de pior pode acontecer. Admitindo os seus medos faz com que ele diminua. A partir disso, defina com clareza desejos e necessidades a serem atendidos no novo emprego, sabendo que, sim, você vai sentir medo, afirma a diretora da empresa de coaching Pro-Fit, Eliana Dutra, em entrevista a revista Exame.

Se o seu desejo for continuar na empresa, trace novas metas, novos desafios, construa um plano de ação e veja quais as melhores maneiras de executar suas aspirações. O importante é não ficar parado e fugir da paralisia profissional.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Como começou a minha carreira em Recursos Humanos?


Comecei a trabalhar com 15 anos, numa empresa de informática. Todos os dias eu passava em frente a um prédio da MPM propaganda e dizia: ”um dia eu vou trabalhar nesse prédio”. Foram 3 anos repetindo a mesma frase.

O tempo passou, fiz vestibular para Administração de Empresas, pois me via com um perfil administrativo. Tive a felicidade de descobrir minha vocação em Recursos Humanos quando participei das aulas do professor Renato Saibro, no quarto semestre da faculdade de Administração de Empresas.

Fiz meu trabalho de conclusão sobre Avaliação de Desempenho e, nesse momento, confirmei minha paixão pela área de Recursos Humanos. Me formei na PUC, em 1995, e comecei a minha busca por uma oportunidade na área. Sem experiência, consegui apenas um trabalho como vendedora numa locadora de veículos.

Passaram-se 8 meses e enviei meu currículo para uma vaga administrativa numa empresa que não informava o nome. Imaginei que poderia ser um caminho para chegar até a área de recursos humanos.

Quando cheguei ao local, adivinhem onde era? No prédio dos meus sonhos!

Cheguei lá e fiquei emocionada. Precisava ser aprovada! Fiz a entrevista com a Psicóloga (que até hoje é minha amiga) e depois com o Gerente Administrativo, Vilmar Schuch, profissional brilhante, no qual aprendi muito. Fui contratada no mesmo instante. E lá, iniciei como auxiliar administrativa, na Net Sul/RBS.

Passaram-se 6 meses e fui conversar com psicóloga Martha Rodrigues. Pedi demissão e justifiquei que queria buscar meu sonho de ter uma oportunidade na área de recursos humanos. Ela me disse: “ok, Kátia, o que você sabe fazer em RH?”. Eu disse: “nada”, mas posso fazer qualquer coisa, aprendo fácil e rápido. Quero apenas ter uma oportunidade.

Era uma sexta-feira, e eu teria um casamento em Pelotas. Viagem com a família.

Marthinha foi generosa comigo e me disse: “Vou te dar a chance de preparar um processo seletivo para a vaga de Supervisor de Vendas. Se tiveres condições de apresentar bons candidatos e também programar as etapas do processo, posso solicitar ao gerente uma oportunidade pra ti”.

Estudei muito naquele final de semana, analisei cada currículo dos 150 candidatos, durante as 6 horas de viagem de POA – PELOTAS – POA. Na segunda-feira, apresentei minhas conclusões e programação da seleção. O processo foi excelente, o Supervisor de Vendas foi selecionado e apresentou resultados rápidos.
Com isso, recebi a chance de iniciar minha carreira em Recursos Humanos e para minha felicidade e coincidência, aquele professor que me inspirou, passou a ser meu gerente de Recursos Humanos na empresa dos meus sonhos.

Lá, fui recrutadora, analista de rh, consultora interna e assumi minha primeira equipe como gestora de RH.

Fiz vários cursos com o intuito de ser uma profissional qualificada na área, aprendi com os gestores e funcionários. Construí projetos e amigos e continuei crescendo na minha carreira de recursos humanos.

Hoje, sou muito grata a todos os profissionais que me deram oportunidade, contribuíram com o meu aprendizado e foram importantes para o meu crescimento profissional.

E você, como foi o seu começo?

Venha participar do curso de Consultoria Interna de Recursos Humanos da 3uptalentos e ampliar seus conhecimentos e qualificações em Consultoria Interna de RH.

Será ótimo compartilhar, trocar e somar experiências com você!

Kátia Magni
3uptalentos

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Carreiras no século XXI


Carreiras não surgem; elas são construídas. Carreira, então, é definida como a sequência e interligação de todos os papéis que o indivíduo desempenha ao longo da vida, desde quando ele nasce até quando morre.

De acordo com esse paradigma, entende-se que o desenvolvimento vocacional inicia-se ainda na infância. Daí a importância de se atentar para iniciativas que desenvolvam precocemente o comportamento exploratório, a aproximação ao mundo do trabalho, a tomada de decisão, a autoconfiança e o autoconhecimento, habilidades importantes para um adequado e satisfatório desenvolvimento vocacional. Ao conjunto de desenvolvimento dessas habilidades chama-se educação à carreira, essencialmente definida como esforço do sistema educativo e de toda a comunidade para inserir nos conteúdos escolares atividades destinadas a ajudar os alunos a adquirirem competências-chave para um positivo desenvolvimento da carreira.

Hoje em dia o desenvolvimento de carreira está muito associado a fazer escolhas. Fato é que fazemos escolhas desde sempre, daí retomando-se a ideia de que o desenvolvimento de carreira inicia-se desde a mais tenra idade. Escolhemos nossos amigos, onde vamos sentar, que atividades extraclasse fazer, quais alimentos preferidos e por aí vai. Importante nesse processo é atentar para o fato de que nenhuma de nossas escolhas é aleatória, uma vez que elas são intimamente ligadas à nossa própria história de vida. Ainda, destaca-se que as escolhas que fazemos e as que deixamos de fazer terão consequências para o futuro e o desafio, então, é administrá-las para se fazer novas escolhas, formando-se assim um ciclo. Disso depreende-se que atualmente somos o produto das nossas escolhas, experiências, vivências e aprendizados.

Houve um tempo em que a estrutura social propiciava que as carreiras fossem lineares e menos dinâmicas do que atualmente. Era o tempo em que o indivíduo entrava em uma empresa com 18 anos como officeboy e ia adquirindo promoções por tempo de serviço. Não era preciso que se preocupasse com seu desenvolvimento pessoal, com sua formação acadêmica, com idiomas nem tampouco com desafios fora da empresa em que estivesse alocado. A gestão de sua carreira estava a cargo da empresa. Esse indivíduo, então, após 35 ou 40 anos na mesma empresa, tendo chegado a um alto cargo, se aposentaria.

Hoje os tempos são outros. As estruturas de mercado são dinâmicas, fusões, aquisições e concorrentes, o emprego formal vem diminuindo, mas há diversas possibilidades de trabalho, as mudanças acontecem de forma repentina e imprevisível. Nesse contexto, a empresa, que antes era o centro e responsável pela carreira de seus colaboradores, torna-se o meio para que as pessoas realizem o seu desenvolvimento profissional. Assim sendo, o indivíduo tornou-se gestor de sua própria carreira, responsabilizando-se por suas escolhas e experiências, planejando-as de forma que façam sentido para sua história. O indivíduo hoje está, então, constantemente adaptando-se ao contexto em que vive, lançando mão de recursos, como o planejamento, a exploração e a autoconfiança, para que possa melhor gerenciar sua carreira e atingir seus objetivos.

Nesse novo cenário, faz-se importante e necessário:
  • Responsabilizar-se e comprometer com seu próprio projeto de vida, incluindo seu papel de trabalhador;
  • Estabelecer metas e um plano de ação;
  • Planejar ações de acordo com suas metas;
  • Avaliar as ações e, se necessário, redimensionar as metas;
  • Explorar possibilidades de trabalho;
  • Conhecer a si mesmo, seus valores, crenças e prioridades;
  • Estabelecer uma rede de contatos com a qual se possa solicitar e oferecer oportunidades de trabalho, relacionamento, parcerias.
Assim sendo, caro trabalhador, preste atenção ao contexto em que vive, aos valores que acredita, planeje suas ações, desenvolva-se pessoal e profissionalmente e mãos à obra!

Alyane Audibert
Consultora de Planejamento de Carreira. Psicóloga e Mestre em Aconselhamento de Carreira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Membro da Diretoria da Associação Brasileira de Orientação Profissional (ABOP) gestão 2013-2015. Professora responsável pelo Programa de Apoio Psicológico e Organizacional (PAPO) da ESPM-RS. Orientadora de Carreira com ênfase no atendimento a adolescentes em situação de escolha profissional e estudantes universitários. Coordena oficinas e realiza atendimentos nos serviços de Orientação Profissional da UFRGS (SOP/NAE). Professora convidada para palestras no Ensino Médio, na graduação e pós-graduação nos temas de Planejamento de Carreira e Escolha Profissional. Realiza atividades de avaliação psicológica e educação para a Carreira. Foi orientadora da Unidade Procempa do Projeto Pescar.