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terça-feira, 22 de abril de 2014

Retornar à antiga empresa, vale a pena?


Com a alta rotatividade de profissionais, o mundo corporativo tem visto com frequência a recolocação de funcionários em suas empresas anteriores.

Convites têm acontecido principalmente para executivos que ocuparam cargos de gestão, causaram uma boa impressão, fizeram um bom trabalho e saíram da empresa apenas por terem recebido propostas melhores.

É difícil encontrar, a curto prazo, profissionais que façam uma boa gestão, que saibam atuar em momentos de crise. Sendo assim, nada melhor do que tentar recuperar pessoas que já fizeram parte da corporação e conheçam bem a rotina da empresa.

Mas, seria saudável voltar ao emprego antigo? Dependendo de como o funcionário deixou a empresa, se ele gostava do clima e das pessoas e for convidado para voltar em um cargo melhor, é sim saudável, tanto para ele quanto para a empresa. O profissional, além de ter adquirido novos conhecimentos, irá agregar ainda mais valor ao trabalho.

No entanto, retornar ocupando o mesmo cargo, realizando as mesmas tarefas e recebendo o mesmo salário, pode não ser uma boa ideia. O profissional se sentirá desmotivado, além da insegurança de como será visto pelos colegas, o que pode gerar um clima de desconforto dentro da empresa.

Quando o desligamento ocorre de maneira negativa, criando inimizades e rancores, mas mesmo assim ser chamado de volta, nesse caso, não se deixe levar pelo sentimento de "voltar por cima". Isso, definitivamente, não é saudável.

Analise as oportunidades de crescimento dentro da empresa, trace um plano de carreira e, aí sim, decida. Mas decida pelo melhor para sua carreira, e não apenas para o seu ego.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Ouvir música no trabalho, sim ou não?


Muitas empresas ainda torcem o nariz para a ideia, mas segundo pesquisas, faz com que as pessoas realizem tarefas mais rapidamente.

Ao ouvirmos música, ativamos uma região específica do cérebro. A região estimulada controla a liberação de dopamina, um neurotransmissor que dá a sensação de prazer, além de estar ligado à motivação, tornando tarefas tediosas em algo divertido. Quando os níveis de dopamina ficam baixos, a pessoa se torna apática e tende a buscar como fonte de energia, alimentos gordurosos, carne vermelha e cafeína.

Mas muito cuidado na hora de colocar os fones de ouvido. É preciso ter atenção para não se isolar e ignorar seu chefe e colegas de trabalho. Por isso, confira algumas dicas abaixo:

- Prefira músicas conhecidas
Ao ouvirmos uma música desconhecida, o elemento surpresa de ouvir algo novo aumenta a quantidade de dopamina liberada. No entanto, dopamina em excesso pode atrapalhar a concentração, pois o cérebro passar a prestar mais atenção na música do que no trabalho.

- Ouça músicas clássicas
Se você não sabe que tipo de música ouvir no trabalho, as músicas clássicas e instrumentais são ótimas opções. Estudos indicam que elas aumentam o desempenho mental, melhorando a capacidade de uma pessoa reconhecer e identificar imagens, letras e números, diferente de músicas com letras.

- Concentre-se mais para errar menos
Além de melhorar o desempenho, a música também ajuda a errar menos ao realizar uma atividade familiar, mesmo que seja algo complicado.

- Fique atento
Nem sempre a música será aliada do trabalho. Aprender algo novo exige um esforço maior e mais foco. Ouvir música, nesse caso, pode acabar sendo uma distração, o que pode atrapalhar o desempenho.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Você é o que você posta nas redes?


Você já se deu conta que pode estar sendo avaliado pelas coisas que você escreve nas redes sociais? Cuidado, pois cada vez mais empresas estão de olho nos comentários escritos por seus funcionários e na hora da contratação as redes sociais entram como critério de seleção.

Atualmente, elas têm contratado profissionais específicos para analisarem os perfis de seus candidatos na internet e casos de demissão pelo mau uso das redes sociais são diversos. Comentários como “meu chefe é um chato”, “odeio meu trabalho”, “odeio acordar cedo”, podem prejudicar a contratação para uma nova vaga ou até mesmo promoção, uma vez que atualmente o comportamento virtual entrou como critério de avaliação de quem está contratando.

Saber se comportar e zelar por sua imagem na internet é uma preocupação que todos devem ter, principalmente para quem almeja cargos mais altos. Por isso, confira abaixo algumas dicas:

- Cuidado na hora de postar fotos em festas e com bebidas, elas não pegam muito bem. Isso também vale para as fotos em que você é marcado;

- Evite fazer comentários sobre a empresa ou colegas de trabalho, por mais que a pessoa não veja diretamente, sempre tem o amigo do amigo;

- Escolha quais vídeos compartilhar com seus amigos, pois eles podem passar a imagem errada sobre você;

- Para evitar maiores problemas, o Facebook permite que você selecione as pessoas que podem ver seu perfil, suas fotos. Utilize a ferramenta de privacidade.

Agora, nada melhor do que dar uma olhadinha no seu perfil para ver se está tudo nos conformes.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Manter a formalidade nas organizações, é necessário?


Já falamos aqui no Blog sobre a importância da construção da imagem profissional no mundo corporativo, bem como as regras de etiqueta dentro das organizações e suas vantagens. Hoje falaremos um pouco sobre a importância da formalidade em relações profissionais.

Em algumas ocasiões nos deparamos com chefes “camaradas” que fazem questão de demonstrar uma abordagem mais amigável para deixar o funcionário mais à vontade. A margem entre o amigo e o chefe fica um pouco tênue e a falta de cerimônia por parte do subordinado pode causar conflitos e atritos por não respeitar a individualidade de cada um.

Manter uma relação mais formal não significa criar uma barreira. No entanto, por mais que a relação entre chefe e funcionário seja de camaradagem, este deve saber sempre a hora de respeitar os limites do outro, de ser brincalhão, de levar a sério, de apresentar resultados esperados.

As atitudes e a linguagem corporal dizem muito sobre o profissional. É importante saber separar o lado pessoal da organização e manter certa formalidade. Você com certeza terá relações mais saudáveis e duradouras.

Venha fazer parte do programa de coaching da 3Up Talentos e conheça seu estilo de liderança e quais os impactos na sua equipe.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Regras de etiqueta no mundo corporativo

No artigo anterior publicado aqui no Blog, destacamos que a competência técnica é essencial para a construção da imagem profissional, mas que esse não é o único fator que influencia uma carreira. Saber relacionar-se de forma adequada também é fundamental. Lendo um artigo escrito pela professora Clarissa Socal Cervo, vale destacar a afirmação de que “os benefícios do uso da etiqueta estão em tornar o profissional uma companhia agradável, que consegue posicionar-se com firmeza, segurança e espontaneidade nos diferentes eventos do mundo empresarial”.

A professora elenca as principais vantagens da etiqueta profissional:

- Facilidade em lidar com as necessidades e o perfil das pessoas;
- Contribui para que os profissionais assumam uma postura de confiança, transparência e naturalidade no decorrer de sua trajetória profissional;
- Auxilia no relacionamento entre colegas, chefias e subordinados.

As regras básicas de etiqueta, que obviamente valem tanto para o mundo corporativo como para a vida pessoal, envolvem comportamentos elementares, mas muitas vezes esquecidos na prática:

- Pontualidade
- Bater na porta e anunciar-se
- Cumprimentar as pessoas
- Aprender a ouvir e estar atento em conversas
- Sentar-se de forma adequada
- Não cruzar os braços durante uma conversa
- Entregar cartões profissionais de visita sempre que necessário e adequado

E a lista segue. O que você acha de profissionais que atendem o celular durante uma conversa sem pedir licença? Ou escrevem e-mails com erros de português? São situações simples que as pessoas não mensuram como podem influenciar negativamente na carreira (e na vida pessoal).

Outro ponto que merece atenção pelo profissional compreende o uso adequado das redes sociais. As pessoas se sentem confortáveis quando o líder ou colegas de trabalho as adicionam no Facebook? Como agir quando os ambientes profissional e pessoal se misturam no mundo virtual?

Segundo pesquisa da Robert Half, que entrevistou 1.775 pessoas de 13 países, o brasileiro não costuma ver problemas em adicionar chefes e colegas de trabalho no Facebook. 41% dos profissionais se disseram confortáveis para incluir o chefe na lista de amigos virtuais - o único país que supera é o Chile, com 43%. O resto do mundo é mais reservado. Em média, apenas 19% abrem o acesso a suas páginas pessoais para quem ocupa cargos mais altos.



Se você faz parte do grupo que adiciona colegas de trabalho, chefes e clientes a suas páginas pessoais, o bom senso merece atenção redobrada.  A publicação de um conteúdo inadequado ou mal interpretado pode ser decisiva para a obtenção e manutenção de um emprego, por exemplo. Nos Estados Unidos já é realidade a área de Recursos Humanos pesquisar a vida dos candidatos na internet. No Brasil essa preocupação cresce à medida que as redes sociais ganham mais repercussão e usuários. As empresas também estão cada vez mais atentas às postagens de seus colaboradores e dos candidatos que podem vir a compor seu quadro de funcionários. Alguns cuidados básicos:

- Não fazer postagens de conteúdos com apelo sexual, críticas de gênero racistas; como também não postar fotos e vídeos que demonstrem comportamentos divergentes aos apresentados no ambiente de trabalho
- Não fazer comentários agressivos, críticas diretas ou indiretas a líderes, colegas e à empresa
- Não divulgar conteúdos que estão sendo discutidos em reuniões profissionais
- Não discutir publicamente sobre assuntos profissionais.

É importante ter sempre em mente que se você não tornaria algo público no mundo real também não deve torná-lo público no mundo virtual. E não economize nos filtros. É possível separar grupos de amigos e limitar o acesso de contatos profissionais a posts mais íntimos. #Ficaadica

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Aparência X Imagem Profissional


A construção da sua imagem profissional não depende apenas da sua capacidade técnica. Requer também postura, hábitos e vestimenta adequada. É o que chamamos de comunicação não verbal, que consiste em:

Aparência: roupas, acessórios, beleza e higiene pessoal
Linguagem Corporal: gestual, postura e etiqueta profissional

Ou seja, quando falamos em postura profissional não é só a roupa que conta. As atitudes e a linguagem corporal também dizem muito sobre o profissional.

Em relação à aparência, uma recente pesquisa realizada pela Robert Half com 1.775 diretores de recursos humanos de 19 países, entre eles 100 do Brasil, mostrou que a maioria dos profissionais brasileiros se veste de forma inadequada para trabalhar.

Quando perguntados se os funcionários de sua empresa se vestiam de forma imprópria ou incomum, 22% dos diretores brasileiros afirmaram que viam os colegas malvestidos com muita frequência e 54% disseram que percebiam com certa frequência. Já a média mundial foi menor - de 9% para aqueles que optaram pela opção de muito frequente e 42% com certa frequência.

Já quando a pergunta foi qual a importância da roupa na carreira, 50% dos executivos dos outros países respondeu que o estilo de se vestir influencia pelo menos um pouco na possibilidade de o profissional ser promovido. No Brasil, 22% dos participantes disseram que influencia bastante, enquanto para 45% influencia significativamente e 41% afirmaram que influencia pelo menos um pouco.

Vale lembrar que além da aparência pessoal, os profissionais também devem se preocupar com a aparência a sua volta, ou seja, organização da sua mesa de trabalho, a limpeza do escritório, etc.

Muita gente não consegue mensurar como a etiqueta corporativa pode impactar na carreira, mas é fato que esses “detalhes” são parte dos fatores que ditam a construção de uma imagem profissional.

No próximo texto aqui do Blog, escreveremos sobre o segundo grupo da comunicação não verbal: a linguagem corporal e as regras de etiqueta no mundo corporativo, principalmente no ambiente virtual. Não percam!