sexta-feira, 7 de maio de 2021

 


"Não é o crítico que importa; nem aquele que aponta onde foi que o homem tropeçou ou como o autor das façanhas poderia ter feito melhor. O crédito pertence ao homem que está por inteiro na arena da vida, cujo rosto está manchado de poeira, suor e sangue; que luta bravamente; que erra, que decepciona, porque não há esforços sem erros e decepções; mas que, na verdade, se empenha em seus feitos; que conhece o entusiasmo, às grandes paixões; que se entrega a uma causa digna; que, na melhor das hipóteses, conhece no final o triunfo da grande conquista e que, na pior delas, se fracassar, ao menos fracassa ousando grandemente."

Essa citação Brene Brown compartilha nessa obra e também em sua palestra no Netflixbrasil - como um acolhimento em um momento complicado em que palestrou, viralizou e também foi alvo de críticas. Foi dessa forma que ela retratou como se sentia e a sua coragem em se jogar de cabeça e não recuar.
A coragem de ser vulnerável não se trata de vencer e perder; se trata de ter a coragem de fazer algo quando não é possível prever ou controlar o resultado. Quantas vezes na vida, nos sentimos vulneráveis e suportamos as milhares de emoções que estamos vivendo para seguir adiante? Quantas vezes nos perguntamos se devemos prosseguir ou desistir? Quantas vezes consultamos nosso travesseiro amigo para ouvir como a um oráculo para as nossas dúvidas e incertezas?
Nessa obra, Brene nos brinda com a sua definição de líder: qualquer um que assuma a responsabilidade de encontrar potencial em pessoas e processos, e que tenha a coragem de desenvolver esse potencial.
Vai lá, tenha a coragem para ler essa obra e tornar-se o Líder que faz a diferença na vida das pessoas e das organizações! Sim, essa é a minha definição de líder, e se você quiser usá-la, será uma honra pra mim. E se quiser me dar crédito, me sentirei reconhecida por você. Se quiser internalizá-la como sua, ficarei feliz, pois eu terei feito a diferença na sua vida! Um 😘 no seu 💖

sexta-feira, 30 de abril de 2021

5 Dicas de como gerenciar trabalhos remotos!


A prática do trabalho remoto aumentou desde a COVID 19. E, apesar de muitos líderes já estarem habituados com essa modalidade, ainda há queixas dos colaboradores quanto às ações de integração, conexão e engajamento.

Para contribuir com os Líderes, compartilho dicas que podem facilitar a relação e a gestão dos resultados:

1. Estabeleça um cronograma de reuniões semanais, com o intuito de acompanhar as agendas, entregas, desafios e dificuldades das equipes;

2. Defina com a equipe, as regras que permitirão uma interação mais adequada e assertiva entre todos, como exemplo: câmeras ligadas, duração das reuniões, organização das atas e registros dos acordos.

3. Sempre no início da reunião, nos primeiros 5 ou 10 minutos, faça um aquecimento, ou seja, faça uma abordagem mais pessoal. Incentive a equipe a compartilhar assuntos que não estejam relacionados ao trabalho.

4. Construa ações de trocas e conexões entre a equipe, bem como oportunidades para compartilharem os desafios dos contextos atuais.

5. Celebre conquistas e aprendizados, sempre que realizarem uma entrega ou todo final do mês. Reconheça a equipe pelo mês.

Se você conhece alguém que atua como Líder, salve e compartilhe essas dicas. Com certeza, será uma grande ajuda para a Gestão das Pessoas de forma mais humanizada e assertiva. bj no Coração

segunda-feira, 29 de março de 2021

HOME OFFICE - BENEFÍCIO OU “TORTURA”


 

Home Office – tradução = “escritório em casa”.

Antes da pandemia, o home office era uma prática comum para os profissionais de Vendas ou Ti.

Desde março de 2020, com a pandemia, o Home Office tomou conta das nossas vidas de forma acelerada e intensa.

São diferente narrativas de home office que são compartilhadas pelas famílias, amigos e clientes, desde o início da pandemia. Alguns adoraram o home office por ficarem perto das suas famílias. E outros, pediram para retornarem aos seus ambientes de trabalho, por não conseguirem um local adequado em casa ou pelo excesso de barulho em casa.

Na 3up, já estávamos no mundo online, desde 2018, com o JAP (Jornada de Aprendizagem como Protagonista) e o ACA (Acelerando Carreiras com Assessment), dois cursos com o propósito de “empoderar” cada participante como Protagonista responsável pela sua carreira.

Mesmo assim, nós também tivemos que aprender com os clientes a transformarmos as nossas metodologias de treinamento – da modalidade presencial para virtual e ao vivo. Com certeza, utilizamos muita criatividade para trazer conteúdos, exercícios, jogos e muita emoção durante os encontros online.

A verdade é que não somos mais os mesmos! 

Com um ano de pandemia, muitas mudanças modificaram os nossos trabalhos e as nossas relações  – nas famílias, entre amigos e no trabalho. 

Quando se fala em Home Office, atualmente, o que se ouve é que essa modalidade de trabalho tornou-se um benefício para alguns trabalhadores. Eu já acompanhei alguns profissionais que pediram demissão porque gostaram de trabalhar em casa. E querem empregos que ofereçam essa possibilidade.

O que faz com que a gente conclua, que Home Office transformou-se num diferencial capaz de atrair talentos!

 As corporações já perceberam que houve uma grande redução de custo com o home office, e rapidamente entregaram seus escritórios, diminuíram postos de trabalho e definiram Home Office para sempre. 

Benefício ou tortura?

Sabe-se que, com Home Office, a carga horária aumentou. Os horários para as refeições estão mais curtos e as horas de deslocamento foram substituídas por trabalho. 

Fica o alerta quanto à necessidade se ter de regras claras para evitar o excesso de jornada, a redução da qualidade de vida e o aumento dos problemas com a ergonomia dos móveis de cada colaborador. Por um lado, parece confortável ficar em casa trabalhando perto da família, por outro, a adequação do mobiliário e internet serão necessários para a saúde do trabalhador. 

Podemos considerar que a realidade do home office, ainda é nova para a maioria das empresas. Mesmo assim, já há vantagens percebidas pelos empregadores e pelos seus colaboradores.  

Hoje é um dia especial


Comecei com a finalização de um processo de coaching de uma liderança muito diferenciada.

Uma mulher poderosa com a capacidade de fazer acontecer e de transformar!

Que busca sua evolução continuamente e que a tem presente que sabedoria se faz com a caminhada.


Todo processo de coaching exige dedicação, autoconsciência, desejo de mudança, conhecimento, habilidade e atitude para alcançar resultados.

Quando falo em desenvolvimento - me refiro a um processo de longo prazo, que tem a necessidade de 6 meses a 1 ano para o desenvolvimento de uma nova habilidade. 

Dependendo da competência que desejarmos aprender, precisamos de mais tempo. 


Pense no tempo em que é necessário para aprender Excel: dois dias, 1 mês, 3 meses e no máximo 6 meses. Depende da facilidade ou dificuldade de cada um.

E quando se refere  ao inglês? Depende! 

Se uma criança inicia os estudos durante a sua janela de oportunidade, ou seja, dos 4 aos 12 anos, ela aprenderá inglês em 2 ou, no máximo, em 3 a 4 anos.


Já o adulto - necessitará estudar a vida inteira se possui o desejo de ser fluente no inglês.

Ah! Mas e se fizer uma imersão no exterior por 1 ano? Aí, o aprendizado será acelerado.

Então, quando me refiro ao tempo de aprendizagem - quero que você tenha clareza que é necessário um método, a escolha do processo de desenvolvimento e o empenho do aprendiz.


Isso vale para o Coaching e Mentoring. 


Em geral, um cliente precisa de, no mínimo, 6 meses para atingir resultados que serão percebidos na organização contratante.

Vai depender de cada cliente - do seu ritmo e da sua atitude para colocar em prática.

Lembre-se: caminho se faz caminhando!


Eu quero agradecer a empresa que me contratou, ao RH e ao Executivo que buscaram a minha metodologia de coaching e mentoring para esse processo de desenvolvimento e, principalmente, a essa Coachee pela sua confiança e coragem em ampliar seu mundo para novas descobertas! Eu amei! Gratidão!