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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Manter a formalidade nas organizações, é necessário?


Já falamos aqui no Blog sobre a importância da construção da imagem profissional no mundo corporativo, bem como as regras de etiqueta dentro das organizações e suas vantagens. Hoje falaremos um pouco sobre a importância da formalidade em relações profissionais.

Em algumas ocasiões nos deparamos com chefes “camaradas” que fazem questão de demonstrar uma abordagem mais amigável para deixar o funcionário mais à vontade. A margem entre o amigo e o chefe fica um pouco tênue e a falta de cerimônia por parte do subordinado pode causar conflitos e atritos por não respeitar a individualidade de cada um.

Manter uma relação mais formal não significa criar uma barreira. No entanto, por mais que a relação entre chefe e funcionário seja de camaradagem, este deve saber sempre a hora de respeitar os limites do outro, de ser brincalhão, de levar a sério, de apresentar resultados esperados.

As atitudes e a linguagem corporal dizem muito sobre o profissional. É importante saber separar o lado pessoal da organização e manter certa formalidade. Você com certeza terá relações mais saudáveis e duradouras.

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Regras de etiqueta no mundo corporativo

No artigo anterior publicado aqui no Blog, destacamos que a competência técnica é essencial para a construção da imagem profissional, mas que esse não é o único fator que influencia uma carreira. Saber relacionar-se de forma adequada também é fundamental. Lendo um artigo escrito pela professora Clarissa Socal Cervo, vale destacar a afirmação de que “os benefícios do uso da etiqueta estão em tornar o profissional uma companhia agradável, que consegue posicionar-se com firmeza, segurança e espontaneidade nos diferentes eventos do mundo empresarial”.

A professora elenca as principais vantagens da etiqueta profissional:

- Facilidade em lidar com as necessidades e o perfil das pessoas;
- Contribui para que os profissionais assumam uma postura de confiança, transparência e naturalidade no decorrer de sua trajetória profissional;
- Auxilia no relacionamento entre colegas, chefias e subordinados.

As regras básicas de etiqueta, que obviamente valem tanto para o mundo corporativo como para a vida pessoal, envolvem comportamentos elementares, mas muitas vezes esquecidos na prática:

- Pontualidade
- Bater na porta e anunciar-se
- Cumprimentar as pessoas
- Aprender a ouvir e estar atento em conversas
- Sentar-se de forma adequada
- Não cruzar os braços durante uma conversa
- Entregar cartões profissionais de visita sempre que necessário e adequado

E a lista segue. O que você acha de profissionais que atendem o celular durante uma conversa sem pedir licença? Ou escrevem e-mails com erros de português? São situações simples que as pessoas não mensuram como podem influenciar negativamente na carreira (e na vida pessoal).

Outro ponto que merece atenção pelo profissional compreende o uso adequado das redes sociais. As pessoas se sentem confortáveis quando o líder ou colegas de trabalho as adicionam no Facebook? Como agir quando os ambientes profissional e pessoal se misturam no mundo virtual?

Segundo pesquisa da Robert Half, que entrevistou 1.775 pessoas de 13 países, o brasileiro não costuma ver problemas em adicionar chefes e colegas de trabalho no Facebook. 41% dos profissionais se disseram confortáveis para incluir o chefe na lista de amigos virtuais - o único país que supera é o Chile, com 43%. O resto do mundo é mais reservado. Em média, apenas 19% abrem o acesso a suas páginas pessoais para quem ocupa cargos mais altos.



Se você faz parte do grupo que adiciona colegas de trabalho, chefes e clientes a suas páginas pessoais, o bom senso merece atenção redobrada.  A publicação de um conteúdo inadequado ou mal interpretado pode ser decisiva para a obtenção e manutenção de um emprego, por exemplo. Nos Estados Unidos já é realidade a área de Recursos Humanos pesquisar a vida dos candidatos na internet. No Brasil essa preocupação cresce à medida que as redes sociais ganham mais repercussão e usuários. As empresas também estão cada vez mais atentas às postagens de seus colaboradores e dos candidatos que podem vir a compor seu quadro de funcionários. Alguns cuidados básicos:

- Não fazer postagens de conteúdos com apelo sexual, críticas de gênero racistas; como também não postar fotos e vídeos que demonstrem comportamentos divergentes aos apresentados no ambiente de trabalho
- Não fazer comentários agressivos, críticas diretas ou indiretas a líderes, colegas e à empresa
- Não divulgar conteúdos que estão sendo discutidos em reuniões profissionais
- Não discutir publicamente sobre assuntos profissionais.

É importante ter sempre em mente que se você não tornaria algo público no mundo real também não deve torná-lo público no mundo virtual. E não economize nos filtros. É possível separar grupos de amigos e limitar o acesso de contatos profissionais a posts mais íntimos. #Ficaadica

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Aparência X Imagem Profissional


A construção da sua imagem profissional não depende apenas da sua capacidade técnica. Requer também postura, hábitos e vestimenta adequada. É o que chamamos de comunicação não verbal, que consiste em:

Aparência: roupas, acessórios, beleza e higiene pessoal
Linguagem Corporal: gestual, postura e etiqueta profissional

Ou seja, quando falamos em postura profissional não é só a roupa que conta. As atitudes e a linguagem corporal também dizem muito sobre o profissional.

Em relação à aparência, uma recente pesquisa realizada pela Robert Half com 1.775 diretores de recursos humanos de 19 países, entre eles 100 do Brasil, mostrou que a maioria dos profissionais brasileiros se veste de forma inadequada para trabalhar.

Quando perguntados se os funcionários de sua empresa se vestiam de forma imprópria ou incomum, 22% dos diretores brasileiros afirmaram que viam os colegas malvestidos com muita frequência e 54% disseram que percebiam com certa frequência. Já a média mundial foi menor - de 9% para aqueles que optaram pela opção de muito frequente e 42% com certa frequência.

Já quando a pergunta foi qual a importância da roupa na carreira, 50% dos executivos dos outros países respondeu que o estilo de se vestir influencia pelo menos um pouco na possibilidade de o profissional ser promovido. No Brasil, 22% dos participantes disseram que influencia bastante, enquanto para 45% influencia significativamente e 41% afirmaram que influencia pelo menos um pouco.

Vale lembrar que além da aparência pessoal, os profissionais também devem se preocupar com a aparência a sua volta, ou seja, organização da sua mesa de trabalho, a limpeza do escritório, etc.

Muita gente não consegue mensurar como a etiqueta corporativa pode impactar na carreira, mas é fato que esses “detalhes” são parte dos fatores que ditam a construção de uma imagem profissional.

No próximo texto aqui do Blog, escreveremos sobre o segundo grupo da comunicação não verbal: a linguagem corporal e as regras de etiqueta no mundo corporativo, principalmente no ambiente virtual. Não percam!