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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Aplicando coaching no dia a dia


Sou Nutricionista e tenho uma empresa de Consultoria focada em Gestão da Qualidade. Atendo diversos restaurantes e padarias em Porto Alegre, cada estabelecimento com objetivos e níveis de evolução diferentes. Muitas vezes atendo vários estabelecimentos no mesmo dia e vivencio os problemas que meus clientes enfrentam. Muitos destes problemas não estão diretamente relacionados à minha área de atuação, mas acabam interferindo como um todo. 

A Consultoria tem o objetivo de disponibilizar conhecimento técnico e treinamento com um nível de envolvimento pequeno, do ponto de vista que, para o completo aprendizado, as tarefas devem ser executadas pelo cliente. Ao entrar em contato com os clientes, acabo tendo conhecimento sobre rotinas e problemas enfrentados pela empresa. Problemas estes, muitas vezes causados por fatores externos e que atrapalham o foco do trabalho a ser desenvolvido. Com o coaching aprendi a absorver apenas a carga emocional dos problemas passíveis de serem resolvidos, dos problemas que estão dentro da minha alçada de trabalho. Isso não significa que o cliente será tratado com desleixo ou com insensibilidade. Mas o jogo de cintura se faz necessário, pois ao mesmo tempo que devemos ouvir 
com atenção e mostrar apoio, não podemos perder o foco.


Para os problemas diretamente relacionados à Gestão da Qualidade, procuro as possíveis causas com objetividade. Em situações desagradáveis e de descontentamento, o nervosismo dificulta a solução de problemas, porque ficamos presos no problema em si. É importante respirar e entender que para buscar soluções precisamos primeiro entender as causas. Quando forem fatores externos, buscamos paliativos, formas de driblar estes problemas ou diminuir o impacto, quando internos trabalhamos a equipe para evitar que ocorra novamente. 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Coragem



Coragem. Acho que é uma boa palavra pra começar. Ela tem me acompanhado nas escolhas que faço como um combustível. Optar em fazer um processo de coach, sem dúvida, também exigiu lançar mão deste recurso. Isso porque o coach auxilia a enxergar mais claramente nossos objetivos e nos preparar para atingi-los. Então, depois disso a escolha é do cochee com relação ao que fazer com o objetivo já clarificado e planejado. Acho bem difícil manter-se numa zona de conforto depois deste processo em que ficamos positivamente incomodados. 

O meu processo de coach ocorreu no momento em que eu estava fazendo a licença maternidade. Pode-se pensar que minha busca foi para planejar minha carreira junto ao exercício de ser mãe, mas não foi bem assim. A maternidade já estava tomando conta da minha vida de tal forma que estava me pondo em dúvida diante de tantas escolhas já tomadas pessoalmente e profissionalmente. Minha busca pelo coach foi para planejar uma pausa no trabalho e aproveitar este tempo para novos desafios e novas aprendizagens a favor da minha carreira.   

Nesta época minha filha estava com pouco mais de 2 meses e meu marido me fez uma proposta para mudarmos de país. Ou seja, sair por completo da zona de conforto para experimentar coisas totalmente novas. Num primeiro momento veio o medo. Tive dificuldade de enxergar como uma possibilidade real. Como eu poderia fazer uma mudança num momento de vida que “exige” estabilidade e ficar sem trabalhar por um tempo? Isso me deixaria fora do mercado de trabalho?

Num segundo momento, comecei a abrir espaço na zona de conforto pra pensar que seria uma experiência muito interessante e desafiadora. Só me senti mais confiante e decidida após ter feito o processo de coaching com a Kátia Magni. Não é uma tarefa fácil deixar um bom trabalho. Gostava muito das atividades que realizava, mas me permitir fazer uma grande mudança também poderia me fazer enxergar outras possibilidades profissionais. Fiz meu desligamento da empresa confiante de que poderia fazer esta pausa sem ficar fora do mercado de trabalho. Na realidade isto iria e está me enriquecendo como profissional.

O processo de coaching ocorreu no final de 2013 e em fevereiro de 2014 me mudei para a Irlanda. Meu primeiro grande desafio foi a língua, já que estava com um inglês super básico. Mas isso representava apenas o primeiro desafio e foi para o que me propus. Hoje, há quase 1 ano vivendo fora do Brasil, sinto que fiz uma boa escolha. No mínimo estou uma pessoa diferente. Meu inglês ainda está num nível básico, mas já consigo fazer algumas conversações e entendo melhor o que ouço. 

Ter mais tempo livre também me permitiu retomar um antigo hobby. Sempre gostei muito de escrever, mas a rotina tornava isso um pouco mais complicado. Aqui pude construir um blog para contar importantes momentos da vida da minha filha www.omundodasofia.tumblr.com, escrever os primeiros livros infantis, ainda não publicados, e começar a escrever para o blog da Kátia Magni. Escrever estes textos para diferentes destinos tem me auxiliado a desenvolver a competência comunicação de forma mais criativa e assertiva. 

A vinda para a Irlanda também tem me oportunizado conviver com pessoas de diferentes nacionalidades e trabalhar de forma muito intensa as relações interpessoais. Estar longe da família e amigos faz com que você precise se questionar e flexibilizar seus comportamentos e seu jeito de pensar. As referências culturais tão arraigadas estão distantes e isso possibilita o aprendizado. 

Morar na Irlanda também tem facilitado as viagens pela Europa. É incrível como cada viajem te traz, com prazer, novas aprendizagens. Hoje percebo que não só a viajem em si, mas também a própria organização prévia te expõe ao aprendizado, pois requer um planejamento econômico, gestão do tempo e pesquisa. A partir da lista de lugares que quero conhecer, inicio uma pesquisa para avaliar os itens que julgo necessários: passagens, acomodações e demais referencias do país. Após, executo um planejamento financeiro para que as viagens não sobrecarreguem o orçamento do mês. E, por fim, gosto de construir roteiros flexíveis. 

Não me imaginava fazendo este processo há 1 ano atrás. Acho que esse tipo de organização compõe uma nova competência na minha vida ou ao menos potencializada. Neste momento tenho como objetivo melhorar meu inglês e aprender com outras culturas o que podem me oferecer de diferente. Estes são grandes desafios, além de estar aqui com uma filha de 1 ano e 7 meses fora do meu país.   

Tenho aprendido com ela, vendo tantas vezes o filme Frozen que:  
“O medo faz escolhas onde o risco é menor”
Então, acho importante me questionar diante de cada decisão: Por que a fiz? O que ela vai me oferecer no futuro? 

A minha coragem pode estar facilitando boas e desafiadoras escolhas.

sábado, 11 de outubro de 2014

Escolhendo o caminho certo


Constantemente somos tomados pela vontade de realizar sonhos e concluir planos desejados. No entanto, perdemos muito tempo em tentativas fracassadas de pôr em prática nossos desejos, motivadas, muitas vezes, por escolhas erradas.

Tais fracassos, na maioria das vezes, são resultados de pensamentos e visões restritas de como chegar ao resultado esperado. Neste aspecto, o processo de coaching é a ferramenta ideal que oferece diversas técnicas ao profissional para definir novos caminhos e guiá-lo da melhor forma possível, evitando conclusões indesejadas.

Para tal, o profissional deve estudar atentamente suas escolhas e a si mesmo. Conhecer suas próprias competências e habilidades é fundamental para lidar com as consequências de suas escolhas. O principal é selecionar opções, escolhas que estejam de acordo com critérios do profissional.

Uma maneira eficaz de assegurar-se de suas escolhas é focar no objetivo, esmiuçando cada aspecto possível. Como a escolha irá influenciar em sua vida? Ela é plausível? O que você ganhará concretizando essa escolha? Reflita sobre os benefícios que ela trará a sua vida pessoal e profissional. Essa será sua principal motivação para realizar a escolha mais sábia.

Prontos para por em prática? Participe do Programa de Coaching da 3up Talentos e dê uma guinada na sua carreira.

Um abraço, Katia Magni

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Convite à reflexão da Coach


Fato ou julgamento, como saber?

Nos meus encontros de coaching com meus coachees, um dos meus desafios é apoiá-los na identificação de fato ou julgamento num processo de comunicação. Essa é uma diferença essencial para que cada um possa perceber o quanto uma conversa pode ser produtiva ou improdutiva.

Para abordar esse conteúdo faz-se necessário iniciar com a diferença entre fatos ou observações e opiniões ou julgamentos.

Muitas dificuldades de relacionamento encontram-se pela confusão desses conceitos.

Grande parte das decisões na gestão das equipes e no relacionamento com superiores e colegas é baseada em opiniões e julgamentos. Seja um comentário negativo a respeito de alguém ou até mesmo a decisão de promoção e/ou na definição de um desligamento.

As observações podem ser falsas ou verdadeiras e os julgamentos podem ter ou não ter fundamento. Abaixo, seguem exemplos que facilitam esse entendimento:

Quando alguém diz: "Antônio eh preguiçoso" - está emitindo uma opinião baseada no seu julgamento.

Quando alguém diz: "Antônio nasceu no dia 12/08/69, é possível sustentar seu comentário em um dado que pode ser confirmado na certidão de nascimento.”

Para avaliar se um julgamento/opinião eh produtivo, eh importante reconhecer pelo menos cinco aspectos:

1. Admitir - que aquilo que expresso é uma opinião, e por isso, não é a única. Cada participante em uma conversa tem a sua verdade sobre o conteúdo compartilhado.

2. Fundamento - quais são os fundamentos/dados pelos quais estou validando o meu comentário?

3. Padrão: existe alguma medida em que eu posso utilizar para medir o que estou falando?

4. Processo de razão: como chego a essa conclusão a partir dos dados que obtive?

5. Objetivos: para que/com que finalidade eu estou fazendo esse comentário?

Uma maneira de internalizar esses elementos é pensando no presente, passado e futuro, como segue o exemplo:

Minha opinião é (presente) qual é o meu julgamento?

Meu julgamento esta fundamentado em (passado) por que estou dizendo isso?

Qual o objetivo que me move (futuro) a expressá-lo?

Não da para mudar o lugar onde nasci, mas da mudar a interpretação que tenho a respeito.

Escutar é o que dá sentido ao falar. Pois escutar é igual a ouvir (função fisiológica) + interpretar (a partir do meu autoconhecimento, experiências de vida, conhecimentos e julgamentos).

As perguntas de coaching que me faço e compartilho, são:

Como eu escuto o outro?
Escuto para validar aquilo que eu penso?
Escuto para ampliar ou restringir possibilidades?

“Não existe a verdade. Existe apenas a interpretação." F. Nietszche

Se você gostou desse texto, compartilhe com os amigos. Um grande abraço, Kátia Magni

Referência Bibliográfica:
WOLK, Leonardo. Coaching: a arte de sobrar brasas. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 2013.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Seja um profissional de sucesso


Profissionais de atitude têm ganhado cada vez mais destaque e oportunidades no mercado de trabalho. Determinação e ambição têm sido fortes aliado de quem quer chegar mais longe na empresa. Em meio a tanta competitividade, profissionais decididos, dedicados, ousados e que saibam se relacionar, têm sido a preferência na busca das organizações pelos melhores no mercado.

Segundo a Sociedade Brasileira de Coaching a confiança e a ousadia são algumas das características que as empresas têm valorizado na hora de contratar ou promover seus colaboradores. Agir com segurança e demonstrar confiança nas tomadas de decisão, além disso, o colaborador não deve ter medo de errar, mas precisa saber definir objetivos de maneira clara e traçar estratégias eficientes para atingi-lo.

O profissional também deve mostrar dedicação ao que faz, pois o empenho e o comprometimento são requisitos fundamentais para atingir um melhor desempenho dentro da empresa. Ter um bom envolvimento com o trabalho facilita as tomadas de decisão, amplia a capacidade de iniciativa e simplifica a resolução de problemas.

Outro fator que ajuda na construção de uma carreira profissional é o autoconhecimento. Saber seus limites para traçar metas realistas e cumprir as tarefas sem dificuldades. O autoconhecimento é fundamental para potencializar habilidades e atingir objetivos importantes, superando as expectativas.

Por isso, seja um profissional dedicado, ousado e determinado e você verá que os resultados podem ser incríveis!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Em busca da felicidade


Em busca da felicidade. Esse tem sido um lema bastante usado no dia a dia das pessoas. Em busca da felicidade profissional. Um lema não tão usado, mas que tem cada vez mais ajudado profissionais a irem em busca da tal satisfação no trabalho e longe da paralisia na carreira.

É comum encontrar pessoas insatisfeitas, infelizes em seu cotidiano, porém incapazes de sair da situação em busca de algo melhor. Isso muito tem a ver com um mecanismo em nosso cérebro que prefere sempre o conforto, que tenta nos manter longe de situações perigosas.

"Como consequência, em vez de correr riscos tentando algo novo, as pessoas procuram se livrar do sentimento ruim e voltar para o agradável, passando, por exemplo, a 'viver para o fim de semana', revelou o engenheiro Roberto Camanho, professor de planejamento estratégico da ESPM, em entrevista a Exame.

Mas como darmos um basta na paralisia profissional? 

Saiba quais são os seus valores. Muitas vezes quando as pessoas vão em busca de novos empregos, ou de novas funções, as opções são tantas que o medo de fazer a escolha errada nos deixa paralisados. Por isso, transforme seus valores em critérios de decisão, assim ajuda a reduzir as chances de errar.

Vá atrás do que deixa você satisfeito, muitas vezes o melhor salário não significa o melhor emprego. Ter medo de falhar na escolha do novo emprego é comum, mas é preciso compreender que não podemos ter controle total do resultado. Converse com amigos, com pessoas que já deram o grande passo para a transformação, ouça, analise.

O importante é que durante a análise você reflita sobre o que de pior pode acontecer. Admitindo os seus medos faz com que ele diminua. A partir disso, defina com clareza desejos e necessidades a serem atendidos no novo emprego, sabendo que, sim, você vai sentir medo, afirma a diretora da empresa de coaching Pro-Fit, Eliana Dutra, em entrevista a revista Exame.

Se o seu desejo for continuar na empresa, trace novas metas, novos desafios, construa um plano de ação e veja quais as melhores maneiras de executar suas aspirações. O importante é não ficar parado e fugir da paralisia profissional.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

As habilidades mais esperadas para 2014

Começar o ano com o pé direito na empresa é sempre bom, não é mesmo? Hoje em dia, as habilidades comportamentais dos funcionários são muito valorizadas para quem está em busca de ascensão profissional.
A revista Exame, falou com Alexandre Rangel, sócio fundador da Alliance Coaching, sobre os comportamentos a serem desenvolvidos ao longo da carreira. Confira:

Para quem está em busca de sua primeira promoção o especialista afirma que o profissional deve ter a capacidade de conseguir enxergar a empresa como um todo, e não apenas parte do processo. O importante é prestar atenção no funcionamento da estrutura do próprio departamento e de toda a empresa.

Outra habilidade que deve ser desenvolvida é a de saber identificar os problemas. Além disso, é interessante que antes de levar a situação ao chefe, pensar em alternativas e soluções para propor.

As relações interpessoais também são fatores muito importantes, pois além de desempenhar bem as funções, é necessário ter um bom relacionamento com os colegas dentro da empresa. O funcionário ganha admiração não apenas dos demais funcionários, como dos superiores.

E você, gostaria de desenvolver estas habilidades? Ligue agora mesmo para a 3Up Talentos e veja como!
(51) 8541.1040

Fonte: Exame.com