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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A nova meta dos jovens


Nas organizações, é cada vez mais comum encontrarmos jovens que buscam o equilíbrio entre a vida pessoal e a carreira. Ter um padrão de vida que contribua para que se sintam satisfeitos e realizados, é um dos principais fatores. Uma pesquisa realizada pela consultoria Universum com mais de 64 mil estudantes do ensino superior, mostra que esta é a principal meta entre os jovens brasileiros universitários.

"Vemos isso como uma indicação de que as metas de carreira dos estudantes brasileiros são o resultado de fatores culturais, ao invés de relacionadas aos cursos que eles estudam – como observamos em nossos estudos ao redor do mundo", diz Carly Creighton, diretora da América Latina da Universum.

Entre as principais metas dos jovens estão: Equilíbrio em vida profissional e pessoal; estabilidade no emprego; servir uma causa, a um bem maior; ser um líder, um gestor de pessoas; tornar-se um especialista; ser autônomo ou independente.

Para 60% dos entrevistados, ter equilíbrio na vida é o principal objetivo a ser perseguido na carreira. Quando a mesma pesquisa foi realizada em 2011, apenas 49% dos jovens haviam selecionado essa opção, mostrando que a meta vem ganhando cada vez mais força entre as novas gerações.

E para você, qual é a principal meta na carreira?


Fonte: VOCÊ/SA

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Estudo revela preocupante tendência de engajamento de funcionários


Sabemos que o engajamento de funcionários é um item fundamental para o sucesso de uma empresa. Quanto mais ações específicas por parte da gestão, maiores as chances de sinergia no local de trabalho como um todo. Porém, em uma análise realizada pela Bain & Company, consultoria global de negócios, em parceria com a Netsurvey, para estudar o nível de engajamento de 200 mil funcionários de 40 empresas em 60 países, foram encontrados resultados preocupantes.

Segundo o estudo realizado, o nível de engajamento cai quando o funcionário tem mais experiência de mercado e mais conhecimento sobre a empresa. Percebeu-se também que os níveis caem nas camadas mais baixas da empresa, o que sugere que o time de executivos geralmente subestima o descontentamento da linha de frente.

Um dos fatores cruciais apresentados pela consultoria para reverter o cenário é de que o tema deve ser liderado pelos gestores da empresa. Uma vez que, gestores mais engajados e com maior senso de poder exercem influência direta no engajamento do seu time.

No entanto, nem toda liderança possui a expertise natural para engajar uma equipe, por isso, é importante que haja treinamentos para desenvolver o desempenho da gestão.  Treiná-los para que eles consigam gerar um diálogo efetivo com o time é de extrema relevância.

Outro ponto apresentado pela consultoria é de que táticas de engajamento devem ser desenhadas para diferentes segmentos de funcionários. Grupos distintos que englobam idade, gênero, função e herança cultural constroem as atitudes dos funcionários, fazendo com que eles respondam de maneira diferente às técnicas motivacionais.

O importante é dialogar e saber ouvir o que os funcionários têm a dizer, fazer com que sintam-se parte da empresa, dando a eles responsabilidades e margem de ação.

Para aprender e desenvolver diferentes técnicas e habilidades em liderança e gestão de pessoas, consulte os cursos ministrados pela 3UP Talentos. Acesse: www.3uptalentos.com.br

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A Importância dos cursos de desenvolvimento


É grande a concorrência no mercado de trabalho atual. É preciso cada vez mais pessoas qualificadas que buscam cursos e treinamentos para aprimorar o seu conhecimento. Durante os três anos de existência da 3UP Talentos, nossa empresa já ministrou diversos cursos, entre eles: The Coaching Clinic, Consultoria Interna em Gestão de Pessoas e Líder de Si. Cursos que ajudam a construir um plano de desenvolvimento que promova a alavancagem na carreira profissional.

“Participar deste curso foi uma experiência muito enriquecedora, método prático com vários casos que possibilitam colocar em prática as lições aprendidas. Me surpreendi com a minha evolução em dois dias de treinamento, o crescimento entre o primeiro e o último exercício foi muito satisfatório”, revelou Andrea Spessato Schuch  da UNIMED PoA que participou do curso The Coaching Clinic ministrado por Kátia Magni.

A intensa competitividade fez com que aumentasse a preocupação em manter os funcionários atualizados e mais preparados para o mercado, pois além de capacitá-los, as organizações se beneficiam trazendo para si o que há de mais novo.

Investir no desenvolvimento dos funcionários certamente será investir no crescimento da empresa, uma vez que ter pessoas qualificadas trabalhando na empresa, significa pessoas satisfeitas, eficientes e com confiança em seu trabalho.

A 3UP Talentos irá realizar o curso The Coaching Clinic nos dias 18 e 19 de março. Aproveite e inscreva-se! Não perca a chance! Acesse: www.3uptalentos.com.br.

sábado, 17 de agosto de 2013

Estilo de liderança dos brasileiros


Existem diferentes estilos de liderança ao redor do mundo. Isso se deve ao fato de que cada líder tem sua personalidade combinada à sua experiência de vida, cultura e tradição, resultando em um comportamento profissional particular.

O Hay Group, através de uma pesquisa, fez um levantamento sobre as habilidades de lideranças mais e menos adotadas por gestores em 10 países. De acordo com os resultados mapeados, os brasileiros tendem a ser mais coercitivos e democráticos na hora de coordenar seus subordinados.

As características de maior porcentagem no país, coercivo e democrático, apontam o equilíbrio no estilo de liderança no país. De gestores que atuam com ferramentas de punição a postos aos que tiram o melhor de sua equipe a partir da divisão de decisões e responsabilidades.

Brasil: 
Coercitivo: 59%
Dirigente: 45%
Afetivo: 48%
Democrático: 55%
Modelador: 22%
Treinador: 50%

O gestor americano tem como maior característica ser dirigente. Líder visionário, que dá direções claras para a sua equipe, dizendo exatamente o que espera de cada um. Já os alemães são modeladores, que tem como marca registrada as instruções detalhadas e a alta exigência. Entre os líderes japoneses o gestor se destaca como democrático.

Você concorda com as características do gestor brasileiro?

Fonte: Revista Exame

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cinco dicas de como o líder pode criar vínculo com a sua equipe


Cinco dicas de como o líder pode criar vínculo com a sua equipe | Blog 3Up Talentos | Kátia Magni

Muitos profissionais dedicam-se às suas carreiras para poder, um dia, assumir a posição de líder. De repente, o convite para ocupar uma liderança surge e o desafio está lançado. Chegou a hora de vivenciar, na prática, o que é ser um líder e como criar vínculos saudáveis e produtivos com a sua equipe. Por mais que seja um crescimento almejado, a apreensão da primeira liderança existe.

Assim começou a trajetória de crescimento profissional de Quelim Bittencourt, gerente de Relacionamento com Clientes da Unimed Porto Alegre. Após ser convidada para assumir essa área, a psicóloga encarou o desafio e hoje compartilha sua experiência de como um líder pode criar vínculos com sua equipe.

1) Conhecer sua equipe: qual é o sonho dos seus colaboradores? O que eles almejam? Tanto o líder como o liderado precisam expressar e entender os sentimentos um sobre o outro. Assim, conseguirão atingir os melhores resultados. “Há uma pergunta que sempre faço na seleção de novos colaboradores: quem é a pessoa que você admira? Neste primeiro contato, é muito importante saber sobre os valores que o candidato tem, qual o motivo que o levou escolher a empresa. Aqui, já começamos a estabelecer vínculos, a partir das escolhas do colaborador e da sua participação nesse processo”, destaca Quelim.

2) Admirar e conquistar as pessoas (a recíproca é verdadeira): se um dia eu deixar de fazer parte de uma equipe, como eu serei lembrada? Por que eles terão orgulho de terem trabalhado comigo? Nossas atitudes profissionais e pessoais refletem diretamente no sentimento da admiração. O líder precisa admirar sua equipe, e também precisa ser admirado por ela.

3) Criar espaços para o diálogo: o líder precisa administrar sua agenda para conseguir reunir-se periodicamente com cada membro da equipe. Também precisa realizar encontros reunindo todos os colaboradores do seu time. E, nessas ocasiões, é importante equilibrar momentos de bate papo solto e livre com momentos para tratar dos assuntos e projetos de trabalho, agregando valor para o Planejamento Estratégico da empresa.

4) Estimular a participação: o líder precisa criar alianças com a sua equipe e estimular que eles participem, apresentem novas ideias, apareçam diante dos colegas, das demais gerências e da diretoria. Mas não basta estimular a participação e depois engavetar as ideias propostas. Se as contribuições forem interessantes para a organização, cabe ao líder acreditar e ajudar a colocá-las em prática. Com isso, os demais colaboradores que não participaram perceberão que, sim, as ideias foram colocadas em prática. Há um estímulo para a mudança de comportamento, ou seja, passam a ser mais participativos / pró-ativos, pois o espaço existe e é respeitado, basta querer fazer a diferença e não ficar só na queixa.

5) Estar próximo e disponível: nem sempre a equipe de um líder trabalha reunida em um mesmo local. Cabe ao líder circular, fazer-se presente para todos, independente da quantidade de pessoas e da distância - pode ser por e-mail, inclusive -, com uma simples pergunta: precisam de ajuda? O simples fato de eles se sentirem próximos ao líder, de perceberem que ele os trata pelo nome e que sabe da importância que eles têm para a empresa faz toda a diferença.

Além dessas cinco dicas, Quelim destaca também que as pessoas são ávidas por feedback. A profissional coloca em prática a dica 3 para suprir essa necessidade, seja com bate-papos, devolutivas de pesquisa de clima organizacional e, mais do que isso, com uma pesquisa de satisfação interna “performance” somente da área que ela gerencia. “É uma pesquisa informal, que me possibilita compreender ainda mais o que está se passando com a minha equipe e onde temos que melhorar”, explica Quelim.

Ser líder é um aprendizado constante e é muito importante que os gestores façam autoavaliações regulares de como está a sua liderança, mantendo-se íntegros em relação aos seus sentimentos e pensamentos para que, com isso, consigam ser leais com os seus colaboradores.

“Tenho gratidão aos meus líderes, por acreditarem no meu potencial, sendo uma entrega de ambas as partes. Mas, conforme destaquei acima, admirar essas pessoas e ter orgulho de dizer que trabalhei ou trabalho com elas, é para toda a vida”, reforça Quelim.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A importância da educação continuada para tornar-se um bom líder

Educação Continuada | Blog 3Up Talentos | Kátia Magni
Reprodução

Já ultrapassamos a discussão sobre a liderança nata ou desenvolvida. Hoje o desafio está focado em outras perspectivas. Experienciamos um processo educativo formal, onde pouco se investe em carreira e autoconhecimento desde cedo, pontos importantes para desempenhar o papel do líder.

Ser líder é trazer resultados para o meio onde está inserido. Portanto, contextualizar, perceber, inovar, dirigir, influenciar, lidar com pessoas são competências necessárias e fundamentais.

Alinhados ao nosso tempo, a relação do líder não deve ser impessoal e unilateral, mas sim em constante fluxo, no qual aspirações, visões e valores são compartilhados para gerar comprometimento e, portanto, resultados para as empresas e profissionais. É preciso gerenciar a velocidade e a complexidade das mudanças rápidas, confrontar-se com as ambiguidades, compreender a necessidade do mercado e garantir um sentido de direção em meio à desordem.

Um aspecto a ser considerado refere-se à dificuldade que os líderes têm demonstrado para integrar pensamento e ação, desempenhar a teoria com a prática e, mais ainda, demonstrar ser com o que realmente é. Ou seja, os líderes têm todos os recursos, sabem qual o caminho a seguir, mas ainda estão presos aos pensamentos e sentimentos de modelos passados, onde ele era o único capaz de resolver problemas, o único pensador da equipe, um perfil centralizador.

Precisamos pensar em um modelo de educação permanente, que contemple a questão comportamental. O líder precisa se auto conhecer, saber o que realmente quer, ser verdadeiro, ter consistência teórica e informações de mercado para desempenhar duas competências complementares e fundamentais, que são relacionamento e resultado.

Beatriz Prange
CRP 07/7327
www.linkedin.com/in/beatrizprange

terça-feira, 7 de maio de 2013

O que é ser um líder inspirador?


Líder Inspirador | Blog 3Up Talentos | Kátia Magni

O exercício da liderança é uma virtude.  Influenciar pessoas para que façam o que você precisa que seja realizado e, ainda por cima, façam com vontade, com qualidade, acreditando no que estão desenvolvendo. Para isso é preciso entender o que há no interior das pessoas para compreender  como acender e manter acesa a chama. Tudo isso, muitas vezes, em meio a ambientes turbulentos. Cenários onde, pelo movimento do vento ou da própria vela, o pavio, que é muito sensível, pode se apagar, mesmo ainda tendo muito para queimar.

O líder inspirador é aquele que influencia com a própria experiência, que demonstra coerência entre discurso e atitude. Um líder inspirador gera inquietação em seus seguidores para a  busca pelo que os move.  Acreditar na causa é fundamental e o líder que inspira consegue mostrar  e valorizar a importância de cada um no todo. Sem uma parte ele não consegue cumprir o seu papel. Parafraseando Paschal: “O todo é mais do que a soma das partes”. Então, o entre, ou seja, a relação dessas partes é o que constrói um todo maior e melhor. E o líder inspirador consegue mostrar a riqueza da relação, do que se constrói no entre e que faz a diferença no final.

Por fim eu diria que a liderança não é feita de fórmulas preestabelecidas. É preciso alcançar a essência de cada um para que se construa um time onde se vê pessoas com olhos brilhando. O líder que inspira não conseguirá colocar brilho nos olhos de ninguém, mas ele pode buscar esse brilho, acessando a essência pessoal. Assim ele estará proporcionando mais felicidade e mais resultado.

Mariela Ballardin Oliveira de Queiroz
Psicóloga | Mestre em psicologia social/grupos| Facilitadora de grupos de Pathwork - Perfil Linkedin

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Líder-coach: um ótimo estilo para ampliar o desenvolvimento da equipe!


Líder-Coach, por Kátia Magni | 3Up Talentos

Atualmente são muitas as variáveis que interferem no cotidiano de um líder: competitividade de mercado, contexto empresarial, conflito de gerações, gerenciamento do volume e complexidade das demandas e um dia-a-dia acelerado para garantir as entregas contratadas.

O líder contemporâneo sofre pressão para atender as expectativas das equipes, dos pares e dos superiores e seguidamente se pergunta sobre o que deve ser priorizado: pessoas ou resultados?

A preocupação com o atingimento das metas e o cumprimento dos prazos tem ocupado a carga horária dos líderes influenciando-os no estilo de gerir pessoas. Alguns atuam preferencialmente como um líder autoritário para garantir o ritmo das entregas e outros buscam a participação das pessoas para definir as ações e prioridades. Dessa forma, estilos de liderar são experimentados tendo como foco a busca pelos resultados.

A prioridade que preenche a agenda dos líderes ocupa muito tempo na gestão da tarefa e dos processos. E falta disponibilidade e disposição para assegurar a sistemática do feedback e desenvolvimento das pessoas.

Quanto mais qualificarmos as equipes, maior será a capacidade de inovação e melhoria de processos, e consequentemente de atingir resultados. É com esse propósito que sugerimos ao líder reservar espaço na sua agenda para realizar uma boa conversa coaching, que possui como objetivos: delegar com responsabilidade, qualificar o processo decisório, desenvolver para ampliar aprendizado e motivar para reter pessoas.

O profissional que realiza uma conversa coaching atua como líder-coach quando demonstra interesse genuíno pelos seus liderados, desenvolve constantemente a sua habilidade de escutar sem julgar e faz perguntas com o intuito de estimular a reflexão e o aprendizado.

Durante a minha experiência de 16 anos como líder, busquei por meio de livros, artigos, revistas e cursos, orientações e técnicas para construir um modelo de liderança que pudesse desenvolver as pessoas de modo a ampliar os resultados e a qualificação da equipe. Fui aprendendo com todas as minhas formações e com a vida prática. E recebo até hoje, dos meus liderados, ótimos feedbacks sobre meu estilo de liderar e proporcionar o crescimento da equipe.

E agora, como consultora, professora e coach, tenho buscado possibilidades que possam contribuir para que os líderes tenham mais facilidade na sua construção do estilo líder-coach. Essa busca vem ao encontro de um dos nossos valores como 3Up Talentos, que é a qualificação constante como forma de oferecermos aos nossos clientes o que tem de melhor no mercado no que se refere a conceitos e práticas de gestão de pessoas.

Ficamos bem felizes, quando em 2010, participamos do curso The Coaching Clinic e definimos que esse seria um produto da nossa consultoria como possibilidade de desenvolver líderes a realizarem, por meio de uma metodologia, uma conversa coaching com os seus funcionários, com o propósito de qualificar a equipe, ajudando-os no processo de tomada de decisões, bem como no desenvolvimento de soluções criativas.

Tenho treinado líderes e executivos nessa metodologia e os resultados são muito satisfatórios, tanto no dia-a-dia como líder, como fora do contexto empresarial.

Para tornar-se um líder-coach, é importante seguir alguns princípios:

- Identificar em quais situações é possível desenvolver uma conversa coach;
- Conhecer técnicas que facilitem a aplicabilidade do método no dia-a-dia;
- Desenvolver a habilidade de fazer perguntas neutras com o foco no aprendizado do outro;
- Escutar ativamente o outro, sem julgar e retrucar;
- Evitar dar respostas e oferecer soluções;
- Disponibilizar tempo para desenvolver o método sem pressa e no ritmo do funcionário.

É comum ouvir dos liderados, após o curso The Coaching Clinic, que o líder está diferente, mais participativo e desafiador. E que se sentem com mais oportunidades de aprendizado.

Para esclarecer, The Coaching Clinic é um curso com certificação americana, anunciado pela revista VOCÊ S/A como um dos 50 melhores em qualificação de liderança no Brasil. Vale destacar que a nomenclatura Clinic é utilizada nos Estados Unidos para formato de intensivo. E que a proposta é ser um curso rápido com o objetivo qualificar os profissionais num método aplicado no cotidiano do líder.

Para ser facilitador nesse curso, fizemos uma formação na qual nos credenciou como franqueados da metodologia. E salientamos que a nossa experiência como executivos de empresas e coaches nos fez compreender essa técnica como muito eficaz para a gestão e o desenvolvimento das pessoas.

Esse é um curso que não é considerado uma formação em coaching e não tem esse propósito, pois uma qualificação como coach requer muito mais investimento de tempo, conteúdo e ferramentas, bem como oportunidades de prática. No entanto, é um método que tem contribuído muito para os coaches e terapeutas no seu repertório de técnicas eficazes. Vale a pena conhecer!

Confira a nossa próxima turma aberta de The Coaching Clinic.

Será um prazer recebê-lo, praticar o método e trocar experiências.

Um grande abraço,
Kátia Magni

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A primeira liderança – 7 dicas para fazer acontecer


Primeira Liderança, by Kátia Magni
Foto: Reprodução

Assumir a posição de líder pela primeira vez é um desafio e um presente muito especial na carreira de um profissional que almeja crescimento como gestor.

Por ser a primeira vez a ocupar uma liderança, cada pessoa vivencia, de forma diferente, a transição de um papel operacional para a de um líder, e usa os conhecimentos da sua formação escolar e as experiências adquiridas desde a infância como recursos para apoiá-lo no desafio.

Esse repertório pode parecer suficiente. No entanto, pela falta de prática as ações são empíricas, tudo é novo. Com o tempo, ter que aprender com erros e acertos pode custar caro para as equipes, para a organização e, principalmente, para o jovem que assume esse papel com a expectativa de vencer o desafio.

Com o propósito de contribuir com a minha experiência como líder, coach, consultora e professora no tema liderança, recomendo sete passos importantes para que você tenha sucesso no seu desafio de liderar pessoas pela primeira vez:

1 - Conhecer-se profundamente. Ampliar a consciência a respeito do seu jeito de funcionar quando as coisas estão bem e seu modo de reagir frente às situações adversas. Isso é possível por meio de terapia, coaching, mentoring e pedindo feedback às pessoas sobre o impacto que causa nos outros.

2 - Estudar sobre liderança por meio de livros e artigos. Conhecer a teoria e a prática dessa função;

3 - Observar outros líderes, perceber casos de sucesso e insucesso e aprender com as duas realidades. Entender a primeira situação como oportunidade de repetir o jeito de conduzir equipes com pessoas que são referência na arte de liderar, analisando os motivos e ações pelas quais possuem bons resultados na gestão de pessoas, processos e resultados; e a segunda como comportamentos que não podem acontecer na sua gestão.

4 - Participar de cursos sobre liderança e gestão de pessoas, para conhecer técnicas e compartilhar experiências. Investir na sua qualificação como líder, constantemente.

5 - Procurar um profissional que possa atuar como mentor (alguém que já tem experiência como líder e que possui bons resultados) para compartilhar medos e dificuldades e, principalmente, para pedir ajuda.

6 - Buscar um coach que contribua para a construção do seu estilo de liderar pessoas, resolver problemas, tomar decisões e aprender a gerenciar sua carreira.

7 – Pedir ajuda: já dedicamos um post exclusivo sobre isso aqui no Blog, quando conversamos com a Coach Ontológico Marta Magnus. Clique aqui para ler.

A primeira liderança acontecerá sempre que houver uma mudança para um cargo de supervisor, coordenador, gerente, diretor, superintendente e presidente de uma empresa. Acontecerá sempre que recebermos um novo integrante na equipe ou que houver mudanças na organização. Estamos sujeitos a todas as intempéries do mercado e viveremos a primeira liderança inúmeras vezes. E esse é o grande presente da vida corporativa, a oportunidade de se reinventar a cada novo desafio.

Quando identificamos a nossa missão de vida como desenvolver pessoas e negócios, estudamos muito sobre como apoiar os líderes na sua qualificação e construímos o Programa de Formação em Liderança de Alto Desempenho, que possui os seguintes módulos:

• Líder de Si - tem por objetivo fortalecer os participantes na sua atuação como líderes e gestores do desenvolvimento das pessoas, a partir do seu autoconhecimento e autodesenvolvimento.

• Líder de Equipe - tem o intuito de fornecer técnicas e ferramentas para a gestão de conflitos junto à equipe, pares e superiores;

• Líder de Líderes - com o treinamento The Coaching Clinic, que é direcionado para líderes que tem como missão delegar, desafiar, desenvolver e reter pessoas.

• Líder facilitador - tem como propósito qualificar o líder para atuar como facilitador de processos, por meio de ferramentas e conhecimentos que favoreçam a construção de soluções em equipe.

Esse programa apresenta conceitos, ferramentas e oportunidades de vivenciar técnicas que podem ser aplicadas no cotidiano dos líderes.

Invista em você e na sua carreira. Pra nós será um prazer contar com a sua participação e experiência em nossos cursos.

Um grande abraço,
Kátia Magni

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os 10 perfis de liderança mais comuns


10 perfis de liderança mais comuns - 3Up Talentos
O coachee da 3Up Talentos, Luciano Andre Bosa, trabalha no setor de Marketing & Vendas da TNT Brasil e indicou uma matéria publicada no Portal Administradores sobre estilos de liderança. Achamos o texto muito bom e fizemos uma adaptação para publicá-lo aqui no blog. Leia e reflita sobre qual é o seu perfil de liderança. 

A lista a seguir elenca os dez tipos de liderança mais comuns e quais são seus pontos fortes e fracos no comando de uma equipe. Não é possível apontar qual é o melhor estilo para liderar uma equipe. Dependendo das tarefas realizadas, da necessidade atual da organização e do ritmo de serviço, um estilo de liderança pode se encaixar melhor do que outro. Às vezes, o mesmo líder deve também saber adaptar seu estilo de comando dependendo da situação no trabalho, da maturidade da equipe e da urgência da solução.

10 perfis de liderança mais comuns - 3Up Talentos


• Coercitivo - Comanda amedrontando as pessoas. Estilo mandão, do tipo "faça como eu mando". É movido por resultados, tem habilidades para lidar com colaboradores problemáticos. Ponto fraco: muito voltado a dar feedbacks negativos.

• Democrático - Consegue cooperação da equipe, confia na mesma e é muito comunicativo. Cria consenso por meio da participação do grupo. Esse estilo considera que os membros da equipe têm uma certa maturidade e conhecimento para poder participar. Ponto fraco: às vezes é indeciso.

• Autoritário - Comanda com firmeza, provoca mudanças na equipe, está à frente, mobiliza as pessoas para um ideal. É do tipo que motiva as pessoas a fazerem algo juntamente com ele.     Ponto Fraco: Muito critico com quem não apresenta resultados.

• Marcador de ritmo - Voltado a resultados rápidos. No entanto, o resultado geral pode ser negativo, nem sempre as pessoas estão no mesmo patamar de energia. Ponto fraco: muito impaciente com pessoas de ritmo mais lento, costuma sofrer muito por esta razão.

• Paternal - Constrói laços fraternais, coloca a necessidade das pessoas em primeiro lugar e é capaz de construir uma equipe voltada aos relacionamentos. É muito bom em resolver conflitos internos. Ponto fraco: cria pessoas dependentes emocionalmente. Tem dificuldade de dar feedback negativo.

• Treinador - Costuma desenvolver muito bem as pessoas, líder de muita ação, tipo: "tente de novo", "você pode", capaz de identificar pontos fortes e fracos com extrema rapidez. Ponto fraco: Geralmente alega falta de tempo e acredita que tudo se resolva numa sala de treinamento. Muitas vezes é preciso olhar nos olhos num diálogo verdadeiro e definitivo.

• Centralizador - As decisões são normalmente tomadas pelo líder. Esse estilo pode ser utilizado em momentos de urgência e principalmente quando os profissionais envolvidos possuem baixa maturidade para caminhar sozinhos, ou seja, estão em processo de capacitação para tal. Ponto Fraco: A falta de delegação nas atividades pode desestimular a equipe e causar queda no rendimento final da tarefa.

• Liberal - O líder delega poderes para um ou mais membros da equipe e fica à disposição para o que for necessário. O nível de maturidade e conhecimento das tarefas pelos profissionais da equipe, nesse caso, precisa ser bem alto para que possam desenvolver um bom trabalho. Esse tipo de liderança pode funcionar bem quando os seguidores são pessoas instruídas e maduras. Ponto Fraco: Caso não haja um acompanhamento constante do líder na orientação e monitoramento das atividades, a equipe pode ficar completamente perdida e o projeto final comprometido.

• Inspirador - Serve de exemplo para os empregados. Raramente precisa dar ordem, cada um sabe o que fazer e aonde ir. Encaixa perfeitamente em equipes muito motivadas. Ponto Fraco: Esses profissionais possuem necessidade de status, por isso, em alguns casos, acham que o seu caminho traçado é o melhor e perde a oportunidade de ouvir seus comandados. Pode ter problemas com profissionais mais experientes ou talentos jovens de personalidade forte.

• Visionário – Cria projetos em longo prazo, construtivos e atraentes para a organização. Para ele, o futuro é que dá sentido à ação do presente. Liderança capaz de reconhecer talentos com facilidade.   Ponto Fraco: Pode ter problemas na realização de tarefas em curto prazo e de manter a motivação constante em sua equipe.

Todos os estilos possuem pontos fortes e fracos e saber utilizá-los apropriadamente no trabalho é o grande desafio dos profissionais.

Fotos: Reprodução