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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sorteio de livro sobre Coaching Ontológico

Sorteio Facebook 3Up Talentos | Kátia Magni

Queridos amigos,

Já está no ar mais um sorteio mensal na página da 3Up Talentos no Facebook! Esse mês o prêmio é a obra “Coaching Ontológico – A Teoria da Decisão”, uma reflexão feita pelo coach Homero Reis que aborda o modo como os seres humanos costumam observar e tomar decisões durante a vida. O autor promove uma discussão sobre como podemos construir relacionamentos bem sucedidos, a partir de tomadas de decisões seguras. O livro também faz um ressalvo de como os líderes e gestores devem se portar diante de uma decisão.

Para concorrer ao livro você deve acessar a aba “Sorteio Mensal” na nossa página no Facebook e clicar em “Participe”. Depois é só torcer!

A ação acontece de 17 a 30 de junho de 2013 e o sorteio será realizado no dia 1º de julho, às 11h.

Boa sorte e desejamos que tenham uma ótima leitura!

Um grande abraço,
Kátia e equipe 3Up Talentos!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cinco dicas de como o líder pode criar vínculo com a sua equipe


Cinco dicas de como o líder pode criar vínculo com a sua equipe | Blog 3Up Talentos | Kátia Magni

Muitos profissionais dedicam-se às suas carreiras para poder, um dia, assumir a posição de líder. De repente, o convite para ocupar uma liderança surge e o desafio está lançado. Chegou a hora de vivenciar, na prática, o que é ser um líder e como criar vínculos saudáveis e produtivos com a sua equipe. Por mais que seja um crescimento almejado, a apreensão da primeira liderança existe.

Assim começou a trajetória de crescimento profissional de Quelim Bittencourt, gerente de Relacionamento com Clientes da Unimed Porto Alegre. Após ser convidada para assumir essa área, a psicóloga encarou o desafio e hoje compartilha sua experiência de como um líder pode criar vínculos com sua equipe.

1) Conhecer sua equipe: qual é o sonho dos seus colaboradores? O que eles almejam? Tanto o líder como o liderado precisam expressar e entender os sentimentos um sobre o outro. Assim, conseguirão atingir os melhores resultados. “Há uma pergunta que sempre faço na seleção de novos colaboradores: quem é a pessoa que você admira? Neste primeiro contato, é muito importante saber sobre os valores que o candidato tem, qual o motivo que o levou escolher a empresa. Aqui, já começamos a estabelecer vínculos, a partir das escolhas do colaborador e da sua participação nesse processo”, destaca Quelim.

2) Admirar e conquistar as pessoas (a recíproca é verdadeira): se um dia eu deixar de fazer parte de uma equipe, como eu serei lembrada? Por que eles terão orgulho de terem trabalhado comigo? Nossas atitudes profissionais e pessoais refletem diretamente no sentimento da admiração. O líder precisa admirar sua equipe, e também precisa ser admirado por ela.

3) Criar espaços para o diálogo: o líder precisa administrar sua agenda para conseguir reunir-se periodicamente com cada membro da equipe. Também precisa realizar encontros reunindo todos os colaboradores do seu time. E, nessas ocasiões, é importante equilibrar momentos de bate papo solto e livre com momentos para tratar dos assuntos e projetos de trabalho, agregando valor para o Planejamento Estratégico da empresa.

4) Estimular a participação: o líder precisa criar alianças com a sua equipe e estimular que eles participem, apresentem novas ideias, apareçam diante dos colegas, das demais gerências e da diretoria. Mas não basta estimular a participação e depois engavetar as ideias propostas. Se as contribuições forem interessantes para a organização, cabe ao líder acreditar e ajudar a colocá-las em prática. Com isso, os demais colaboradores que não participaram perceberão que, sim, as ideias foram colocadas em prática. Há um estímulo para a mudança de comportamento, ou seja, passam a ser mais participativos / pró-ativos, pois o espaço existe e é respeitado, basta querer fazer a diferença e não ficar só na queixa.

5) Estar próximo e disponível: nem sempre a equipe de um líder trabalha reunida em um mesmo local. Cabe ao líder circular, fazer-se presente para todos, independente da quantidade de pessoas e da distância - pode ser por e-mail, inclusive -, com uma simples pergunta: precisam de ajuda? O simples fato de eles se sentirem próximos ao líder, de perceberem que ele os trata pelo nome e que sabe da importância que eles têm para a empresa faz toda a diferença.

Além dessas cinco dicas, Quelim destaca também que as pessoas são ávidas por feedback. A profissional coloca em prática a dica 3 para suprir essa necessidade, seja com bate-papos, devolutivas de pesquisa de clima organizacional e, mais do que isso, com uma pesquisa de satisfação interna “performance” somente da área que ela gerencia. “É uma pesquisa informal, que me possibilita compreender ainda mais o que está se passando com a minha equipe e onde temos que melhorar”, explica Quelim.

Ser líder é um aprendizado constante e é muito importante que os gestores façam autoavaliações regulares de como está a sua liderança, mantendo-se íntegros em relação aos seus sentimentos e pensamentos para que, com isso, consigam ser leais com os seus colaboradores.

“Tenho gratidão aos meus líderes, por acreditarem no meu potencial, sendo uma entrega de ambas as partes. Mas, conforme destaquei acima, admirar essas pessoas e ter orgulho de dizer que trabalhei ou trabalho com elas, é para toda a vida”, reforça Quelim.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Líder-coach: um ótimo estilo para ampliar o desenvolvimento da equipe!


Líder-Coach, por Kátia Magni | 3Up Talentos

Atualmente são muitas as variáveis que interferem no cotidiano de um líder: competitividade de mercado, contexto empresarial, conflito de gerações, gerenciamento do volume e complexidade das demandas e um dia-a-dia acelerado para garantir as entregas contratadas.

O líder contemporâneo sofre pressão para atender as expectativas das equipes, dos pares e dos superiores e seguidamente se pergunta sobre o que deve ser priorizado: pessoas ou resultados?

A preocupação com o atingimento das metas e o cumprimento dos prazos tem ocupado a carga horária dos líderes influenciando-os no estilo de gerir pessoas. Alguns atuam preferencialmente como um líder autoritário para garantir o ritmo das entregas e outros buscam a participação das pessoas para definir as ações e prioridades. Dessa forma, estilos de liderar são experimentados tendo como foco a busca pelos resultados.

A prioridade que preenche a agenda dos líderes ocupa muito tempo na gestão da tarefa e dos processos. E falta disponibilidade e disposição para assegurar a sistemática do feedback e desenvolvimento das pessoas.

Quanto mais qualificarmos as equipes, maior será a capacidade de inovação e melhoria de processos, e consequentemente de atingir resultados. É com esse propósito que sugerimos ao líder reservar espaço na sua agenda para realizar uma boa conversa coaching, que possui como objetivos: delegar com responsabilidade, qualificar o processo decisório, desenvolver para ampliar aprendizado e motivar para reter pessoas.

O profissional que realiza uma conversa coaching atua como líder-coach quando demonstra interesse genuíno pelos seus liderados, desenvolve constantemente a sua habilidade de escutar sem julgar e faz perguntas com o intuito de estimular a reflexão e o aprendizado.

Durante a minha experiência de 16 anos como líder, busquei por meio de livros, artigos, revistas e cursos, orientações e técnicas para construir um modelo de liderança que pudesse desenvolver as pessoas de modo a ampliar os resultados e a qualificação da equipe. Fui aprendendo com todas as minhas formações e com a vida prática. E recebo até hoje, dos meus liderados, ótimos feedbacks sobre meu estilo de liderar e proporcionar o crescimento da equipe.

E agora, como consultora, professora e coach, tenho buscado possibilidades que possam contribuir para que os líderes tenham mais facilidade na sua construção do estilo líder-coach. Essa busca vem ao encontro de um dos nossos valores como 3Up Talentos, que é a qualificação constante como forma de oferecermos aos nossos clientes o que tem de melhor no mercado no que se refere a conceitos e práticas de gestão de pessoas.

Ficamos bem felizes, quando em 2010, participamos do curso The Coaching Clinic e definimos que esse seria um produto da nossa consultoria como possibilidade de desenvolver líderes a realizarem, por meio de uma metodologia, uma conversa coaching com os seus funcionários, com o propósito de qualificar a equipe, ajudando-os no processo de tomada de decisões, bem como no desenvolvimento de soluções criativas.

Tenho treinado líderes e executivos nessa metodologia e os resultados são muito satisfatórios, tanto no dia-a-dia como líder, como fora do contexto empresarial.

Para tornar-se um líder-coach, é importante seguir alguns princípios:

- Identificar em quais situações é possível desenvolver uma conversa coach;
- Conhecer técnicas que facilitem a aplicabilidade do método no dia-a-dia;
- Desenvolver a habilidade de fazer perguntas neutras com o foco no aprendizado do outro;
- Escutar ativamente o outro, sem julgar e retrucar;
- Evitar dar respostas e oferecer soluções;
- Disponibilizar tempo para desenvolver o método sem pressa e no ritmo do funcionário.

É comum ouvir dos liderados, após o curso The Coaching Clinic, que o líder está diferente, mais participativo e desafiador. E que se sentem com mais oportunidades de aprendizado.

Para esclarecer, The Coaching Clinic é um curso com certificação americana, anunciado pela revista VOCÊ S/A como um dos 50 melhores em qualificação de liderança no Brasil. Vale destacar que a nomenclatura Clinic é utilizada nos Estados Unidos para formato de intensivo. E que a proposta é ser um curso rápido com o objetivo qualificar os profissionais num método aplicado no cotidiano do líder.

Para ser facilitador nesse curso, fizemos uma formação na qual nos credenciou como franqueados da metodologia. E salientamos que a nossa experiência como executivos de empresas e coaches nos fez compreender essa técnica como muito eficaz para a gestão e o desenvolvimento das pessoas.

Esse é um curso que não é considerado uma formação em coaching e não tem esse propósito, pois uma qualificação como coach requer muito mais investimento de tempo, conteúdo e ferramentas, bem como oportunidades de prática. No entanto, é um método que tem contribuído muito para os coaches e terapeutas no seu repertório de técnicas eficazes. Vale a pena conhecer!

Confira a nossa próxima turma aberta de The Coaching Clinic.

Será um prazer recebê-lo, praticar o método e trocar experiências.

Um grande abraço,
Kátia Magni

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Como escolher um coach qualificado?


Como escolher um coach qualificado? by 3Up Talentos, Kátia Magni

Os expressivos resultados alcançados pelos profissionais que realizam o coaching fez com que esse processo virasse uma febre. Quem não quer alcançar suas metas em curto prazo?

Porém, é preciso ter muito cuidado na hora de escolher um coach. “Os interessados devem contratar profissionais com formação reconhecida e com experiência comprovada para garantir o correto uso e prática do coaching”, alerta Kátia Magni, coach formada pelo Integrated Coaching Institute, consultora em desenvolvimento de executivos e professora de pós-graduação na Fundação Getúlio Vargas e FAPA.

Confira algumas dicas para você acertar na escolha de um coach qualificado e com credibilidade técnica e profissional.

1) Buscar profissionais experientes, que possuam cases de sucesso. “É importante que o coachee busque referências dos coaches antes de começarem seu processo de coaching. Essa busca pode ser feita por site, blogs e por meio de profissionais que já participaram desse processo”, revela Kátia Magni. A maior parte dos clientes que a coach atende são indicações de outros profissionais que atingiram seus resultados durante o seu processo de coaching. Kátia acredita que esse é o melhor reconhecimento de que houve um bom trabalho de parceria e confiança na busca pelos objetivos do coachee.

2) Procurar profissionais com vivência no mundo corporativo. O consultor Morgan Santos, em seu blog, destaca que é importante que o coach tenha trabalhado com empresas antes de começar a trabalhar de forma profissional com coaching. Essa experiência ajudará no entendimento das relações de poder, conhecer o vocabulário do mundo corporativo, relação líder /liderado, interface entre áreas e processos, entender o segmento e ramo de atuação da empresa onde o coachee trabalha.

3) Buscar profissionais com formação credenciada em coaching. O coaching é um processo com bases científicas e, portanto, requer formação para ser desenvolvido. Nenhuma outra formação qualifica o profissional para atuar na área. “Eu me formei pelo Integrated Coaching Institute, que tem 20 anos de excelência e é credenciado pela Federação Brasileira de Coaching. O programa de Coaching Integrado é o primeiro curso a obter o selo de credenciamento do ICF International Coach Federation, a única Federação aceita internacionalmente que credencia programas e profissionais de coaching”, destaca Kátia em relação à sua formação em coaching.

4) Observar número de horas que o coach dedicou à sua formação. Morgan Santos alerta que estão sendo ofertados cursos no mercado com carga horária insuficiente para o domínio do processo, o que inviabiliza uma formação adequada tanto no campo teórico quanto prático.

5) Pesquisar quantos membros são ligados às instituições formadoras, qual a contribuição e formação junto às empresas e o mercado. No site da Integrated Coaching Institute é possível verificar que os cursos do instituto já contaram com a presença de profissionais de grandes empresas, como Coca-Cola, Gerdau, Renner, Petrobras, Embraer e inúmeras outras.

Vale destacar também que, além da Federação Internacional de Coaches (ICF), o Behavioral Coaching Institute e o International Coaching Council também são órgãos confiáveis, mas existem muitos outros de fachada. O ICF alerta que alguns cursos estão ilegalmente alegando que atendem as competências da federação apesar de não terem nenhum credenciamento ou formação reconhecida pelo ICF.

É muito importante que exista afinidade e vínculo entre o coach e coachee, pois essa é uma das premissas fundamentais para o alcance dos objetivos do cliente.

Para você que busca o coaching como uma forma de desenvolvimento das suas competências ou metas, a 3Up Talentos se coloca à disposição para dirimir dúvidas e apoiá-lo nesse processo.

Foto: Reprodução

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os 10 perfis de liderança mais comuns


10 perfis de liderança mais comuns - 3Up Talentos
O coachee da 3Up Talentos, Luciano Andre Bosa, trabalha no setor de Marketing & Vendas da TNT Brasil e indicou uma matéria publicada no Portal Administradores sobre estilos de liderança. Achamos o texto muito bom e fizemos uma adaptação para publicá-lo aqui no blog. Leia e reflita sobre qual é o seu perfil de liderança. 

A lista a seguir elenca os dez tipos de liderança mais comuns e quais são seus pontos fortes e fracos no comando de uma equipe. Não é possível apontar qual é o melhor estilo para liderar uma equipe. Dependendo das tarefas realizadas, da necessidade atual da organização e do ritmo de serviço, um estilo de liderança pode se encaixar melhor do que outro. Às vezes, o mesmo líder deve também saber adaptar seu estilo de comando dependendo da situação no trabalho, da maturidade da equipe e da urgência da solução.

10 perfis de liderança mais comuns - 3Up Talentos


• Coercitivo - Comanda amedrontando as pessoas. Estilo mandão, do tipo "faça como eu mando". É movido por resultados, tem habilidades para lidar com colaboradores problemáticos. Ponto fraco: muito voltado a dar feedbacks negativos.

• Democrático - Consegue cooperação da equipe, confia na mesma e é muito comunicativo. Cria consenso por meio da participação do grupo. Esse estilo considera que os membros da equipe têm uma certa maturidade e conhecimento para poder participar. Ponto fraco: às vezes é indeciso.

• Autoritário - Comanda com firmeza, provoca mudanças na equipe, está à frente, mobiliza as pessoas para um ideal. É do tipo que motiva as pessoas a fazerem algo juntamente com ele.     Ponto Fraco: Muito critico com quem não apresenta resultados.

• Marcador de ritmo - Voltado a resultados rápidos. No entanto, o resultado geral pode ser negativo, nem sempre as pessoas estão no mesmo patamar de energia. Ponto fraco: muito impaciente com pessoas de ritmo mais lento, costuma sofrer muito por esta razão.

• Paternal - Constrói laços fraternais, coloca a necessidade das pessoas em primeiro lugar e é capaz de construir uma equipe voltada aos relacionamentos. É muito bom em resolver conflitos internos. Ponto fraco: cria pessoas dependentes emocionalmente. Tem dificuldade de dar feedback negativo.

• Treinador - Costuma desenvolver muito bem as pessoas, líder de muita ação, tipo: "tente de novo", "você pode", capaz de identificar pontos fortes e fracos com extrema rapidez. Ponto fraco: Geralmente alega falta de tempo e acredita que tudo se resolva numa sala de treinamento. Muitas vezes é preciso olhar nos olhos num diálogo verdadeiro e definitivo.

• Centralizador - As decisões são normalmente tomadas pelo líder. Esse estilo pode ser utilizado em momentos de urgência e principalmente quando os profissionais envolvidos possuem baixa maturidade para caminhar sozinhos, ou seja, estão em processo de capacitação para tal. Ponto Fraco: A falta de delegação nas atividades pode desestimular a equipe e causar queda no rendimento final da tarefa.

• Liberal - O líder delega poderes para um ou mais membros da equipe e fica à disposição para o que for necessário. O nível de maturidade e conhecimento das tarefas pelos profissionais da equipe, nesse caso, precisa ser bem alto para que possam desenvolver um bom trabalho. Esse tipo de liderança pode funcionar bem quando os seguidores são pessoas instruídas e maduras. Ponto Fraco: Caso não haja um acompanhamento constante do líder na orientação e monitoramento das atividades, a equipe pode ficar completamente perdida e o projeto final comprometido.

• Inspirador - Serve de exemplo para os empregados. Raramente precisa dar ordem, cada um sabe o que fazer e aonde ir. Encaixa perfeitamente em equipes muito motivadas. Ponto Fraco: Esses profissionais possuem necessidade de status, por isso, em alguns casos, acham que o seu caminho traçado é o melhor e perde a oportunidade de ouvir seus comandados. Pode ter problemas com profissionais mais experientes ou talentos jovens de personalidade forte.

• Visionário – Cria projetos em longo prazo, construtivos e atraentes para a organização. Para ele, o futuro é que dá sentido à ação do presente. Liderança capaz de reconhecer talentos com facilidade.   Ponto Fraco: Pode ter problemas na realização de tarefas em curto prazo e de manter a motivação constante em sua equipe.

Todos os estilos possuem pontos fortes e fracos e saber utilizá-los apropriadamente no trabalho é o grande desafio dos profissionais.

Fotos: Reprodução

quinta-feira, 21 de março de 2013

Em busca de uma carreira promissora


Cenário: o gerenciamento do desempenho individual, nos dias atuais, pode ser uma tarefa complexa, uma vez que o mercado de trabalho está mais competitivo, exigindo muito além da competência na atividade profissional. Existem outras demandas importantes para sustentar as entregas e resultados numa empresa, garantir a manutenção do emprego e/ou acelerar o crescimento na carreira.

Coaching Executivo: processo que tem como propósito apoiar o coachee (cliente) na ampliação da sua capacidade de realizar entregas, na melhoria do seu desempenho profissional, bem como facilitação para o desenvolvimento de novas competências.

Para quem? recomenda-se o coaching executivo para todo o profissional que está investindo na construção de uma carreira promissora, e, principalmente àqueles que possuem interesse em manter-se ou crescer numa empresa.

Resultados: na avaliação dos profissionais que fizeram coaching executivo na 3Up Talentos são citados:

- Melhoria do desempenho profissional;
- Promoções para posições ou salários superiores;
- Ampliação da rede de relacionamentos nas organizações;
- Melhoria do relacionamento com funcionários, pares e superiores;
- Desenvolvimento de competências como: liderança, apresentação em público, assertividade, relacionamento interpessoal, flexibilidade, organização, planejamento e ritmo de entregas;
- Melhoria no clima organizacional;
- Sucesso na apresentação de novos projetos ou na condução das equipes;
- Felicidade no trabalho.

A troca de informações a respeito do ambiente corporativo, a possibilidade de crescer com feedbacks e analisar perfil de competências com um coach que possui vivência empresarial torna-se riquíssima para o coachee. Invista na sua carreira!

“Nosso pensamento cria problemas que o mesmo tipo de pensamento não vai resolver.”
Albert Einstein