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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Cultive relações saudáveis no trabalho com 5 dicas infalíveis


Em muitos momentos do dia a dia precisamos interagir com outras pessoas, entretanto, nem sempre fazemos isso da maneira mais adequada possível. Será que você realmente busca manter relações saudáveis no trabalho? Já parou para pensar em como lida com as diferenças?
Cultivar bons relacionamentos vai além de ser amigável, pois é preciso contribuir com a evolução do outro. Para tanto, o autoconhecimento é necessário, visto que entender quem somos é um primeiro passo para controlar nossas atitudes e analisar, com clareza, os efeitos delas.
Estreitar os laços no ambiente de trabalho — espaço onde é necessário lidar com pressões e conflitos —, pode mudar o desempenho e os resultados de um negócio. Enfim, para você manter boas relações interpessoais no ambiente de trabalho, confira estas dicas infalíveis:

1. Tenha atitudes gentis e amigáveis

Seja atento, cordial, prestativo. Essas são as principais características de quem é gentil, ou seja, pessoas que se preocupam com o outro e, principalmente, com a forma de tratá-lo. A gentileza é um dos primeiros passos para uma relação saudável, não forçada e humanitária.
Além disso, a humildade é uma característica que deve ser prezada no ambiente de trabalho. No meio de pessoas em diferentes níveis hierárquicos, o comportamento de cada uma delas pode influenciar o todo.

2. Fique longe de fofocas

Desde criança as pessoas aprendem que fazer fofoca é muito feio. No entanto, quando crescemos, concluímos que é mais do que feio, é falta de ética. Logo, uma conversa fútil pode comprometer a confiabilidade de quem a faz.
Afaste-se de pessoas que só querem causar inimizades e deixar o clima pesado. Seja aquela pessoa que busca incentivar o diálogo e sempre estender a mão para quem realmente precisa da sua ajuda.

3. Saiba delegar e trabalhar em equipe

Quando você consegue lidar com as fofocas e sabe o que deve ou não ser conversado, em um espaço competitivo como o mercado de trabalho, a sua capacidade de delegar e trabalhar em equipe tende a crescer.
A relação entre a empresa e o colaborador reflete na qualidade de vida de ambos. Por isso, não seja prepotente e arrogante quando for usar as suas qualidades como exemplo. Além do mais, reconheça seus erros para garantir a confiabilidade da equipe e saiba como, quando, onde e por que fazer críticas e elogios.

4. Respeite as diferenças

Nem todo mundo pensa igual! Isso é positivo quando se sabe equilibrar as ações resultantes desses pensamentos. No geral, todos devem prezar a cultura organizacional e alinhar-se a ela, mas nada impede que ideias divergentes surjam e sejam discutidas, desde que com respeito e compreensão.
Para somar as diferenças, é necessário praticar a empatia, ouvindo e aceitando opiniões contrárias. Identificar o que as pessoas sentem, pensam e acreditam é uma maneira de entendê-las. Além disso, essa é uma forma de deixarmos de lado os julgamentos, pois estamos nos colocando no lugar do outro.

5. Mantenha o profissionalismo

O fato de você manter uma relação mais próxima com essas pessoas não muda a conduta necessária para esse ambiente. Piadas, apelidos e discursos ofensivos não são, nem nunca foram, modos de manter relações saudáveis no trabalho.
Para evitar problemas entre os colegas, lembre-se que ali não é lugar para intimidades. Busque controlar as suas emoções, assim você consegue se expressar nas horas certas e manter o equilíbrio necessário para um bom relacionamento.
Em síntese, o contexto competitivo do ambiente de trabalho interfere nas ações das pessoas, assim como no ambiente externo. O ser humano é um ser social e complexo: ele age, pensa e comporta-se de diferentes maneiras.
Fazer amigos é muito bom e colabora com a qualidade de vida pessoal e profissional. Mas, tudo isso depende de como estamos emocionalmente. Por isso, é de extrema importância manter a saúde emocional no ambiente de trabalho.


Texto de Augusto Cury


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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Cooperação nas organizações


No mundo corporativo a competitividade é constantemente usada para incitar melhores resultados em uma equipe. As recompensas são diversas para quem atinge metas e alcança resultados positivos para a organização. Mas até que ponto a competição entre os profissionais pode ser considerada saudável?
Estudos revelam que o fenômeno da competição não se dá no âmbito biológico, mas sim no contexto cultural. Ou seja, não somos competidores por natureza, somos seres que cooperam em sua essência, na qual não precisamos destruir o outro para vencermos. 
No entanto, no mercado de trabalho a cultura patriarcal predomina e percebem-se mais e mais tentativas de desqualificar o outro, com o intuito de ganhar destaque na organização. “A competição ainda é a palavra de ordem das relações comerciais, dos modelos de negócios, e se constitui na base dos valores de muitas das nossas organizações, nesse sentido a pergunta é: Como fazer diferente se o contexto nos empurra e espera comportamentos competitivos - ganhadores e perdedores?”, revela Marco Ornellas, consultor e psicólogo com especialização em comportamento, em entrevista aos organizadores da 3ª Jornada Virtual de Liderança.
É possível vencer, crescer, expandir, avançar, criar, produzir sem que o outro e a natureza tenham que perder. O modelo não deve ser o de apropriação e sim o de colaboração e convívio.

É importante que a cooperação seja estimulada, disseminada e muito praticada dentro das organizações.


Fonte: RH.com.br