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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Flexibilidade no trabalho, é possível?


O expediente fixo faz alguma diferença? O horário de entrada às 9h e de saída às 18h ainda é como a maioria das empresas operam. No entanto, segundo especialistas, este modelo está fadado a desaparecer e em breve a jornada de trabalho terá um novo perfil.

A tecnologia permitiu a possibilidade de trabalhar remotamente, não só no Brasil, mas no mundo todo, fazendo com que as pessoas ansiassem por mais flexibilidade, tornando-se um dos fatores principais na tomada de decisões de carreira.

Além disso, as multinacionais e o fuso horário fez com que a flexibilidade se tornasse uma preferência. Realizar reuniões com pessoas em diferentes partes do mundo com horários diferentes pode ser um grande desafio. 

De acordo com a pesquisa realizada pela empresa de recrutamento, ManpowerGroup, feita no Brasil e em mais 18 países, os profissionais valorizam a chance de poder trabalhar em horários alternativos. Mais de 40% dos brasileiros entrevistados mostraram preferência por horários mais flexíveis, enquanto a média global foi de 26%.

O estilo de trabalho home office em tempo integral foi a preferência de 18% dos brasileiros, enquanto a média geral é de 15%.  Já 14% dos profissionais brasileiros desejam trabalhar de casa   durante meio período, percentual abaixo da média global.

O home office é uma facilidade para quem não precisa estar fisicamente no escritório. Portanto, se você deseja negociar flexibilidade no trabalho verifique qual o peso da sua presença física no resultado final do seu trabalho. 




Fonte: Exame

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Flexibilidade no trabalho, dá certo?


Atualmente, no mercado de trabalho brasileiro, o bem estar do funcionário se encontra entre os principais valores organizacionais. Oferecer um ambiente de trabalho mais despojado, mais flexível com horários e vestimentas, bem como ambientes de lazer e leitura, são algumas das alternativas encontradas pelas empresas. 

A flexibilidade se encontra entre os principais requisitos, já que o avanço tecnológico e suas ferramentas permitiram uma liberdade maior ao funcionário e a empresa, possibilitando às pessoas trabalhar de qualquer lugar, via Internet e dispositivos móveis. No entanto, devem existir limites para que esse sistema mais flexível realmente funcione e que mantenha ou, ainda, aumente a produtividade dos funcionários.

Muitas vezes o que acontece, são equipes que pedem maior autonomia e depois não sabem utilizá-la. A flexibilidade exige um alto compromisso do funcionário e sua produtividade. Cabe a ele cumprir prazos, honrar compromissos, entender e respeitar os limites da empresa. É preciso lembrar que, antes de tudo, ele atua em uma organização e é remunerado por uma determinada função.

É preciso acompanhar o dia a dia desses funcionários, avaliar o desempenho dos colaboradores frente a uma maior autonomia de trabalho. Acima de tudo, o bom senso e a qualidade de vida dos funcionários devem predominar, considerando sempre o que é bom para os dois (ou mais) lados. 

E para você, qual o valor primordial dentro de uma empresa?



Fonte: RH.com.br